Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros.

A situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte e isolada, em uma sala só para negros, em um prédio que tem banheiros para negros e brancos separados.

Aqui na NASA, a urina de todos é da mesma cor.

– essa frase é dita em uma das cenas mais emocionantes do filme.

O filme mostra uma racismo absurdo e nojento de se ver, retrata que na época nos ônibus onde os negros só podiam se sentar no fundo, e os brancos sempre se sentavam nos bancos da frente, e nas universidades para estudar engenharia por exemplo só podiam ingressar brancos.

É triste de ver e saber que a sociedade vivia dessa forma, sei que ainda existe preconceito e racismo o ser humano tem que aprender muito ainda, e melhorar seus valores para tratar todos iguais, mas nessa época do filme era bem pesado, faz o espectador ter uma ideia e sentir na pele o que é racismo mesmo.

Nessa sala só para negros, estão as estrelas do filme: Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

– Não tenho nada contra você.
– Eu sei. Sei que você provavelmente acredita nisso.

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