Online – Paulo Gustavo

Fui assistir ao novo espetáculo de Paulo Gustavo, que é um comediante muito talentoso, mas a peça intitulada Online, que é feita por esquetes, onde mostra a vida de Paulo Gustavo depois da fama, e como é estar sempre conectado a internet, não me agradou muito e vou expor minha opinião sobre ela.

Eles falam que a peça tem 80 minutos,  1h e 20min. A peça que assisti não durou nem ao menos 1h, no máximo uns 50 minutos. Bom ai já fui decepcionado, porem o lugar que fui ver o espetáculo se chama Tom Brasil e lá minha experiencia foi mais decepcionante ainda, o show começou e deixaram todas as luzes acesas por um tempo, com pessoas passando para lá e para cá, horrível, depois de um tempo os atrasados se encontraram e então as luzes foram apagadas, mas como o lugar que ganhar dinheiro vendendo cervejas e petiscos enquanto o show acontece, os garços passavam a todo momento, com luzes para lá e para cá, falando alto e atrapalhando a experiencia.

Bom mais vamos falar sobre a peça, que é o que importa.

On-line, tem  uma mistura de dramaturgia, stand up, musical, dança e efeitos visuais tão cheia de elementos que as vezes ofuscavam a comedia, e achei muito exagerado, as piadas das redes sociais e da troca de informações instantânea, foram demais, gostei e rendeu boas gargalhas. E é justamente este o mote da peça: um dia na vida de um homem que – querendo ou não – está o tempo todo on-line fazendo tantas variadas coisas que acaba por não fazer bem coisa nenhuma.

Acho que teria gostado mais se tivesse visto a peça antiga de Paulo Gustavo a Hiperativo que era um stand up mesmo, ou a minha mãe é uma peça ( que acho os filmes demais ), não vou dizer que a peça é ruim, mas não sou o publico dele nesse estilo de esquetes.

Mas foi divertido e me rendeu boas gargalhadas.

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Autor: Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

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