E subitamente desaparece a multidão, não há mais nenhuma pessoa a sua frente… ninguém.

O silencio tumultua, perturba, é tão presente, e só a respiração apreensiva te faz companhia, revela o desejo de viver, tão despercebido até para o louco que julga a morte a salvação, a paz como se fosse uma válvula de escape, mas temos como natureza, a sobrevivência…

lutando um dia após outro no meio dessa selva de pedra.

 

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