Banco do passageiro

Incrível como a inspiração vem dos lugares mais inusitados. Você pode estar em trens, ônibus, caminhando entre uma estação e outra, sentado ou em pé, sem avisar e nem esperar. Ela chega e é como uma luz, ou sabe aquela lâmpada que aparece nos desenhos animados? É àquela que te mostra que um personagem teve uma […]

Incrível como a inspiração vem dos lugares mais inusitados.

Você pode estar em trens, ônibus, caminhando entre uma estação e outra, sentado ou em pé, sem avisar e nem esperar.

Ela chega e é como uma luz, ou sabe aquela lâmpada que aparece nos desenhos animados? É àquela que te mostra que um personagem teve uma grande ideia, uma que você nem esperava.

Quando está ouvindo música ou assistindo um filme, lendo aquele livro magnifico ou aquele chato que trata de maneira tão manssante um tema que era para ser legal, talvez vendo sua série preferida, ou no chuveiro…

Putz, e é ai que tá, as vezes paro e penso como assim ?

Quando eu quero ter uma inspiração não tenho, quando preciso de uma grande ideia, nada…

Mas quando estou com os pensamentos voando e livres por ai, chega a inspiração e é ai que você se sente angustiado, desesperado e louco para não perder aquela ideia, e anota aonde dá para depois lembrar ou fazer como “eu” e já começar a escrever, que nem esse texto que surgiu aqui e agora ( ouvindo um Emicida, sentado no ônibus e voltando para casa ), simples assim.

Penso será que a maioria das coisas ao nosso redor foi assim ?

Talvez surgiu uma inspiração inesperada na mente dos inventores ?

Será que eles saíram anotando aonde puderam? para mais tarde lembrarem.

E os que tiveram “aquela ideia” e não anotaram, deixaram para depois e depois quando lembraram já era tarde de mais, e todas as ideias que surgiram e nunca foram postas em papel e esquecidas com o tempo ?

Fica ai um questionamento independente do local, o nosso cérebro nos pega desprevenidos, quantos já não perderam grandes oportunidades e quantos já se beneficiaram ?

É bom imaginar, pensar e sempre lembrar que aonde quer que está, suas ideias nunca vão parar.

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Autor: Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

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