Não sei vocês, mas às vezes eu acho que tenho muita coisa com o que me preocupar. São tantas coisas, em tantos níveis, que me dá até uma leve crise existencial (ou um siricutico). Vamos pensar primeiro no que ocorre em nível pessoal: eu tenho que pensar em me alimentar de forma que o meu corpo funcione direitinho, tenho que pensar na minha saúde mental e emocional (que é bem flutuante, no meu ponto de vista) e tenho que pensar em todos os meus compromissos. Além disso, tem a preocupação de ter uma vida social ativa, mas isso é opcional.

Isso foi só a respeito de eu me preocupando comigo mesmo. Tem também as preocupações com aqueles que me rodeiam: se estou sendo legal com os outros, se minha mãe  e toda a minha família está bem, no atual contexto político-social do país e do mundo e o que pensam de mim (isso devia me preocupar menos, vou trabalhar nisso). Se eu contar só com o fato de que me preocupo com o que os outros pensam de mim ( a  minha adolescência foi daquele jeito) já tenho muito com o que me preocupar. Quanto a isso acho que vou fazer terapia, acho que vai me ajudar.

Não sei se esse vai ser um daqueles textos que mostra um problema e oferece algumas soluções. Talvez esse texto seja apenas eu desabafando e esperando que você, caro leitor, diga que se sente assim de vez em quando ou me ofereça alguma solução legal (confio em você). Relaxe que não é todo dia que eu me sinto assim. Isso seria extremamente cansativo. Na verdade, faz tempo que não me sinto assim e escrever sobre isso talvez me traga de novo essas preocupações. Who knows?

A única coisa que sei é que tem coisas que não tenho como mudar, como o atual cenário político do Brasil ou o que pensam de mim. Por enquanto vou seguindo da melhor forma que posso. Afinal de que adianta me preocupar tanto com tudo. Talvez eu deva deixar essas preocupações para outra hora ou para o consultório do psicólogo. Já sei o que eu devia fazer ao invés de me encafifar com essas coisas: vou assistir How I Met Your Mother. Muito mais produtivo, não?

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