Livros Resenhando

Me engana que eu gosto

Dois meio Brasis jamais somarão um Brasil inteiro.

Luciano pires fez mais uma vez um trabalho excelente nesse livro de doismilequinze, que fora escrito em meados do impeachment da presidente Dilma Rousseff, dos escândalos da petros brás, e chega até a visão da operação lavajatos, onde vimos gente com muito dinheiro e poder sendo presas, coisas que nunca imaginamos acontecer nesse pais, pire nesse livro está discorrendo sobre as politicagens desse nosso pais; O Brasil.

Mesmo autor de “Brasileiros Pocotó”, “Nós Qui Invertemo As Coisa”, “Meu Evereste” entre outros livros, seu conteúdo sempre é um tapa da cara da sociedade. E dessa vez não seria diferente com essas 192 páginas de provocações intelectuais, esse livro não é para petralhas, muito menos para coxinhas, esse livro é para brasileiros que amam sua pátria e se escarnam ao ver o atual cenário político nacional que vivemos.

O que sempre gosto nos conteúdos do Luciano é a maneira que ele consegue explicar as coisas com argumentos, fatos e pesquisa. Vemos que tem embasamento e sua opinião é sempre com bala na agulha, mesmo que discorde dele em alguns pontos, ele não é um cara que você deveria ignorar, discordâncias e pontos de vista diferentes nos enriquece.

Em me engana que eu gosto, a politicagem é o assunto central e isso pode assustar muitos leitores, mas se você quer entender um pouco do nosso brasil eu recomendo a leitura.

Destacam-se os seguintes capítulos entre outros; “Sobre fascismo e a arte de comer picanha”, “O nonsense semântico”, “Machado de Assis, misto-quente e tomate”, “Mensalão e poesia” e “A zona da indiferença” esse último se tornou até um episódio do podcast café brasil.

se você se interessou e quiser adiquirir o livro segue os links:

http://lucianopires.com.br/produto/me-engana-que-eu-gosto/

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Sobre Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

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