Shows

Rock in Rio 2017

Em doismileequinze fui pela primeira vez na cidade do rock e, também foi a primeira vez que fui ao rio de janeiro.

Lembro-me da sensação até hoje, de quando os portões se abriram e vi aquela imensidão que era a cidade do rock, realmente muito linda, realmente muito espetacular e de longe uma mega produção como nunca tinha visto.

Já fui em muitos shows, já fui em muitos festivais, mais ali estava realmente algo grande, imenso. Foi uma experiência fantástica e depois de um dia longo e muito divertido, finalmente pude assistir ao show do Metallica, primeiro show que vi deles, realmente aquele dia foi a primeira de algumas coisas na minha vida, inesquecível com certeza.

Lembro de quando voltei da cidade maravilhosa, cansado, exausto, porém com aquela sensação que queria estar lá no próximo rock in rio.

E agora, dois anos depois, realizei meu desejo e hoje quero falar com vocês sobre como foi à experiência.

Primeiro que dessa vez viajei com amigos e acho que com isso já faz o role ficar mais divertido, já faz tudo ficar mais descontraído e leve. Mas lá no festival foi muito foda, show do capital inicial só com os clássicos e ainda rolou como sempre um discurso contra a politica e uma homenagem ao Raimundos com mulher de fases, que iniciou até uma roda de bate cabeça. Mas os destaques da noite foram Offspring e Red Hot Chilli Pepers.

Offspring já começou o show arrebentando tudo com, nas primeiras músicas já tinham roda de bate cabeça, estava com uma visão excelente do palco mundo. Nunca tinha visto os cara tocarem, mas agora sei que eles são fodas mesmo, é do tipo de show que termina e você está na adrenalina ainda, rock n’ roll demais, te quebra no cansaço e te deixa uns dias depois com dores do corpo e você relembra dos bate-cabeças que houveram.

E para finalizar o último dia do Rock in Rio: RED HOT CHILLI PEPERS

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Olha eu tinha muita vontade de assistir um show deles ao vivo, gosto das músicas dele a tanto tempo que não me lembro quando foi a primeira vez que ouvi Anthony Kiedis cantar.

O show começou com uma intro Jam, entre o baixista Flea e Klinghoffer guitarrista para quem não conhece o termo, isso significa que ambos começaram tocar seus instrumentos no improviso, apenas mostrando suas técnicas e após isso começou de forma explosiva Can’t Stop.  🤘

Foi lindo, maravilhoso e inesquecível assim como deveria ser. Gostei muito dos efeitos de luz no palco e que eram exibidos no telão, fora a voz de Kiedis que ao vivo eu achei ainda mais foda, tipo foda para caralho e quando a banda tocou “Under the bridge” meus olhos chega ficaram marejados, o uníssono de “Californication” arrepiou, fora muitos outros hits como “Give it away” e “Dark Necessities”.

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O Show esplendido, como um amigo meu que foi disse;

 “O show deles te dá uma dose de anestesia, te faz esquecer de tudo, te desliga de tudo, te faz chorar e te mostra o quanto vale a pena meter o loko.

Que show maravilhoso.

RHCP foi lindo. “

E depois disso tudo, de todo cansaço, de todas emoções e depois de ter ficado quase 30 horas virado sem dormir, de ter viajado mais uma vez para outra cidade só com a roupa do corpo para ver o show de uma banda que eu gosto.

Sei que agora eu quero viajar,
Sair e conhecer tudo que possa encontrar.

Sabe desde água até o topo da colina.
Sentir o vento soprar em minha direção e saber que nada jamais fará parar meu coração.

Nem quando eu morrer, pois estarei por aí, batendo no coração de todos vocês.

E quando sentirem saudades de mim, vão poder escrever de qualquer canto, assim como eu o fiz quando senti falta.

E não importa à direção, o momento ou a ocasião, sinto que devo escrever sobre a situação.

Pois isso de alguma forma conforta meu peito e, no final é tudo o que procuramos;

Um conforto para tudo aquilo que faz sangrar o nosso coração.

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Sobre Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

1 comentário em “Rock in Rio 2017

  1. Pingback: Lollapalooza 2018 – Sexta | De Saco Cheio e Mau Humor

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