Outros jeitos de usar a boca

outros jeitos de usar a boca é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

Eu li o livro e gostei muito da forma como à Rupi Kaur expressa seus pensamentos, seus sentimentos em poemas lindos e alguns muito tristes, outros que nós faz refletir muito, esse livro tem 200 páginas, mas é uma leitura curta por ser poemas e ter ilustrações da própria autora, li ele na hora do almoço de uma vez só.

O livro é divido em quatro partes:

DOR

AMOR

RUPTURA

CURA

Recomendo à todas as mulheres, pois o livro tem uns poemas com pensamentos para livrar as mulheres de pensamentos machistas, mas também recomendo a todos os homens que sabem que o feminismo é importante, pois todos devemos ser tratados iguais e com os mesmos direitos. E acima de tudo eu recomendo o livro para todas as pessoas, pois é uma leitura muito boa e que pode tocar seus corações.

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Autor: Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

Uma consideração sobre “Outros jeitos de usar a boca”

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