Textos

Devemos escolher como ser feliz

Dói mais se desapegar de quem a gente idealizou do que de quem realmente perdemos.

E, é assim que começaremos o texto de hoje na base da paulada logo de inicio.

Vivemos nesse mundão em que a sociedade impõe alguns dogmas a serem seguidos e se você desafia ou quebra esses dogmas, esses paradigmas da sociedade uma saraivada de dedos apontam em sua direção te julgando, dizendo coisas ao seu respeito e ou até prejudicando você de alguma maneira.

Pense comigo, quantas vezes você já viu alguém questionar alguém da seguinte maneira:

– Você quer casar comigo?

E quantas vezes a garota já respondeu sim, mas se a garota não quer nunca se casar e ter filhos, ou construir uma família e então ela respondeu:
– NÃO!

Vixe acho que a maioria pensaria, nossa que tragedia, ou como ela é maluca e não tem sentimentos, mas e se eu disser que a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e
ninguém mandava nela.

Apesar que relacionamento na minha visão não tem haver com um mandar no outro e, sim, de um contar com o outro para compartilhar as coisas da vida. Porém não é esse tipo de relação que vemos ai no cotidiano.

Mas então a moça recusou e viveu feliz, sim, isso é possível sim, e ela também poderia ter sido feliz casada, com seu marido, a questão é essa: ela tem escolha de como quer ser feliz e plena.

Alguns diriam que o rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou
sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.

Que todo grande HOMEM tem uma mulher atrás, mas deixemos esse machismo de lado e o cara provavelmente teve chance de conhecer outras pessoas bacanas em sua vida, claro após superar a bad do não de sua ex-companheira.

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Sobre Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

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