Vem como flash!

Esse negócio de saudade, 
algo que vai

e ao mesmo tempo

é algo que fica

na mente; pedrifica!

Tão bom que…

mora!

Tão ruim que…

apavora! 

Feliz,

ela existe. 

Triste,

ela persiste.

Vem como flash, 

sentir que não esquece! 

Saudade, 

filha da recordação.

Inverno ou verão, 

incêndio e explosão! 

Até geme coração,

faz rir a boca de emoção! 

Invade,

reagir do acontecido intimidade.

Esboço da construção ausente,

vírgula e pausa repentinamente.

O passado é presente que acabou, 

um dia que congelou. 

Abrir a cortina interna,

e admitir o que vê?

Saudade de crescer no amanhecer,

agora é o envelhecer.

Saudade é o ontem inteiro da realidade,

saudade é aquilo que marcou de verdade!

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Autor: Nilla Celestino

1993, primavera, onda do mar, colorir desenhos, sentir o vento, borboletas e tartarugas, corpo, esperança, poesia-dislexia-ironia, morango, minimalista, deusas e deuses, verde, liberdade, orquídea, reflexão, arte, contradição, movimento, conexão, sensível, bruta, sol e lua, incenso de arruda, escrever e a palavra favorita é transcender. [insta: @baunilhapoetica]

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