Vento nenhum é favorável quando não se sabe para onde está indo.

Nunca tinha lido um livro do Afonso solano e tão pouco conhecia o autor, confesso que já tinha visto e ouvido falar de o espadachim de carvão, mas sempre tive um certo preconceito, não sei o motivo ao certo, mas achei que pelo titulo séria uma história fraca e besta, que engano, logo quando entendi o por que do nome do livro já comecei à gostar mais ainda da história.

Adapak é filho de um dos quatro deuses de Kurgala, ele vive com o pai em sua ilha sagrada, afastada e adorada pelas diferentes espécies do mundo. Lá, o jovem de pele absolutamente negra e olhos brancos cresceu com todo o conhecimento divino a seu dispor, mas consciente de que nunca poderia deixar sua morada.

Ao completar dezenove ciclos de idade, no entanto, isso muda.

Piedade daqueles que não podem repousar, pois é no verso das pálpebras que enxergamos as respostas mais simples.

Adapak vê a ilha ser invadida por um misterioso grupo de assassinos, então se vê forçado a fugir pela vida e se expor aos olhos do mundo pela primeira vez, sempre acompanhado de suas espadas igi e sumi, com elas aplicando seus conhecimentos e uma exótica técnica de combate através dos círculos que lhe foram ensinados.

O livro faz uma volta ao passado de adapak em algumas partes, isso as vezes me deixou confuso, mas depois as coisas vão se encaixando e o final é muito surpreendente.

Gostei muito do livro e recomendo sua leitura.

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