Textos

Optei por ser eu

Eu poderia ser a pessoa mais agradável do mundo, mas optei por ser eu mesmo. E depois que tomei essa decisão comecei a gostar do cara que fui me tornando.
Comecei a reparar mais nas coisas ao meu redor ao invés de apenas deixar acontecer e olha, tem tantas coisas a mostra que deixamos de notar por não observar.

E antes dela chegar em minha vida eu nunca tinha reparado em sorrisos.
Hoje sei que eles contagiam, mas se existir um ranking o dela com certeza é o top um, acho que talvez por seus sorrisos serem raros, então quando aparecem tem algo a mais, algo invisível aos olhos, coisa de só sentir sabe? Talvez você não entenda, mas se um dia acontecer, você vai lembrar: Eu já li sobre essa sensação uma vez.

E as vezes me pego com saudades daqueles sorrisos e, penso que não quero nunca borra-los com minhas histórias tristes.

A saudade tem esta característica. Faz perceber que estamos invisivelmente presente na vida de alguém assim como estão na nossa.
– Luiz Alberto Portes

Aprendi com ela que devemos ter pessoas apaixonantes em nossas vidas, daquelas que vemos e curtimos de verdade estar com elas, e agora quero conhecer daquelas pessoas que te esperam, te compreendem mesmo nas suas loucuras e que te ajudem, apoiem e as vezes mesmo quando você não souber o caminho, ela te guie, ou ao menos te ajude a encontra-lo, sabe convivendo com ela aprendi que quero pessoas que voltem a falar comigo mesmo depois de uma briga, depois de uma discussão, depois de um daqueles desencontros da vida, daqueles dias pesados que no final do dia a única coisa que queremos é mandar todo mundo se foder. Notei a vendo sorrir, que quero me apaixonar por pessoas assim como ela, que caminham juntos comigo, mesmo indo em direções opostas, mas sabendo que são meus companheiros, e que quando eu precisar estarão lá, que vão sentir minha falta e que vão querer ficar quando puderem ficar.

Mas as vezes tenho medo de perder pessoas assim como ela, que nem eu disse eu poderia ser a pessoa mais agradável do mundo, mas optei por ser eu, e eu faço a coisa certa, mas de maneira errada. E na maioria das vezes isso é um saco!

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Sobre Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

1 comentário em “Optei por ser eu

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