Fogueira apagou,
outra novidade chegou.
Tua atitude mudou,
prioridade já não sou.

Vento na fogueira soprou,
aos poucos se afastou.
A lenha do desenvolvimento
desabou,
a conversa calou.

Fogueira queimou,
brasa avermelhada
preta ficou.
Fim do calor,
Existência do amou,
passou.

Fogueira gelou,
chama não incentivou.
Nosso vínculo morreu,
e dois
separados
continuou.

Fogueira selvagem,
se animou de bobagem.
Fogueira quente,
não foi clemente.
Fogueira de saudade doente,
fogueira sobrevivente?
Fogueira feixe laranja
se cansa
essa paixão ficou
sem dança.

Fogueira alegre pra multidão,
findou-se em carvão.
Fogueira alegre pra multidão,
findou-se sem coração.

Fogueira triste,
pelo amor que não resiste.
Fogueira triste,
pela relação que não existe.

Fogueira morre,
sentimento vai embora.
Fogueira morre,
o carvão quem recolhe?

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Participe da conversa! 1 comentário

  1. Thiago parabéns seus textos nos fazem refletir bastante. Tem hora que devemos parar e pensar em nossas atitudes.

    Um forte abraço cara.

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Sobre Vanila Celestino

Eu queria ser poeta na mísera poeira dessa esfera.

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