Às vezes quando tenho uma doença no corpo

Me sinto aliviada dos males da mente

Externo todos os meus desarranjos

E me alivio um pouco dos meus sentimentos

Quem dera os machucados fossem apenas na pele

E não no sentimento, na alma

Me cansa sentir tudo de forma tão intensa

De ter tudo tão assim, à flor da pele.

Minha mente me flagela

Meus  pensamentos me torturam

O que está no plano das ideias me massera

Me esmaga com força e me machuca

Será que ainda me restam esperanças?

Será que me resta uma saída?

Como sair de mim mesma?

Como me deixar pra trás?

As perguntas inundam minha cabeça

E nenhuma resposta surge no horizonte

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