Textos

Poema ao meu cigarro.

Ao meu cigarro.
Único artefato fálico que me dá
prazer.
Ele sabe que
estou a morrer.
Mesmo assim ele me chama.
Ele quer meu corpo.
Meu pulmão incandescente.
No seu ato indecente.
de na rua sua branca fumaça
respirar.
Seu gesto indecente de me deixar sem ar.
De me sufocar.
De me aliviar da responsbilidade
da conversa depois de gozar.

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Tenho uma lista de filmes para assistir e um tanto quanto de livros para ler. O tempo é tão escasso nestes anos tão estranhos. Escrevo buscando entender este mundo, tal qual um escritor de um manual de instruções. Pretendo um dia ter uma casa com uma janela para um cemitério. Uma boa maneira de pensar na vida e no futuro indubitável de cada um. Agora buscando uma resposta para o futuro em antigas mitologias perdidas. Também querendo ganhar um dinheiro extra, sou um ser humano como todos os outros, e ter uma independência mesmo que pequena, comprar quadrinhos entre tantas outras coisas. Espero que gostem dos meus textos loucos e das minhas estranhas visões do mundo. Blog pessoal: http://omiopepsicopata.blogspot.com.br/ Twitter - @rhuanroussseau

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