Não acho que mais nada valha a pena o trabalho, e estou ficando terrivelmente ansiosa e irritadiça.

Esse é um conto clássico da literatura estrangeira, que retrata bem a depressão e como pessoas próximas da pessoa com a doença, às vezes subestimam ela.

No decorrer da história vamos vendo os estágios da doença surgindo na vida da mulher, que se vê sendo diagnósticada por seu marido; que é médico.

Às vezes penso que se ao menos eu estivesse me sentindo bem o suficiente para escrever um pouco, isso me aliviaria do peso das ideias e poderia descansar.

Ela aos poucos vai perdendo a lucides e acaba não conseguindo mais distinguir o que é real do que é imaginação, sua sanidade vai definhando conforme ela fica tentando decifrar o papel de parede amarelo; trancada a maior parte do tempo e sozinha.

Pensar claramente é algo que está se tornando uma grande dificuldade. Deve ser a fragilidade nervosa.

Sendo um conto, é curto como deveria ser, mas intrigante e te deixa pensativo; tanto por uns aspectos machistas por parte do marido, quanto pelo desfecho da obra.

Ótimo conto, da pra ler de uma vez!

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