Joe Abercrombie finaliza a trilogia mar despedaçado de maneira tão magnifica que me falta palavras para dizer o quão absurdamente esse terceiro e último livro é superior ao Meio Rei e ao Meio Mundo.

A construção de mundo chega ao Ápice em Meia Guerra e, vemos além disso os tramas de uma guerra de sua maneira mais natural; A morte um dia chega para todos nós.

Então vemos em Meia Guerra, Reis sendo mortos, a roleta da morte, matando milhares e milhares de guerreiros, que nasceram para isso; Lutar.

Diferente de Meio Rei onde Yarvi está em sua jornada pelo divino e renegado, depois de ter feito um juramento Solar e Lunar, e depois de em Meio mundo Yarvi ter se tornado ministro e esteve buscando por alianças. Agora em Meia Guerra, o vastelandeses e os getlandeses, se uniram em uma exército só; claro que uma rivalidade terrível entre eles, pois são inimigos naturais, mas para fazer ambas nações se unirem de uma vez por todas, chega Skara; Rainha de Troveland e mostra para aqueles homens nascidos do ferro, que só meia guerra é travada com espadas, a outra é com o cérebro.

– Eu pensava que o mundo tivesse heróis.
Mas o mundo é cheio de monstros, irmã Owd.
– Talvez o máximo que possamos esperar seja ter o mais terrível deles do nosso lado.

Essa trilogia é absurdamente foda, espero que Abercrombie volte a esse universo em um futuro, é possível explorar muito mais dele, é possível fazer muito mais com esses personagens.

Thorn, Raith, Yarvi, Skara, a rainha dourada Laithlin e tantos outros que me deixaram tantas sensações fodas durante a leitura.

De toda a saga, com certeza quem me impressionou mais foi Yarvi, mas quem conquistou o direito de ser os mais desgraçados com tutano foram dois; Thorn e Raith.

As cinzas eram apenas uma das muitas coisas em que ele optava por não pensar. As cinza e as pessoas que haviam perdido tudo, as pessoas mortas e queimadas. Mas não é possível escolher os sonhos. Dizem que os deuses mandam os sonhos que merecemos.