Shows

Show do Matanza

Já tive o privilegio de ver muitos shows de rock.

Lembro como se fosse hoje a primeira vez que fui a um, lá atrás em 2012 na hora que entrei no Kazebre, uma casa de shows na zona norte de São Paulo e, eu pensei;

CARALHOOO, é isso que eu quero para minha vida, é em locais como esse que eu quero me divertir.

Os primeiros bates cabeças, as primeiras rodas, a sensação de cantar em unisono com centenas de milhares de pessoas aquela letra que você passava o dia escutando.

Porra que sensação era aquela, que VIBE foda.

E fui em diversos shows lá, até que fecharam na época, depois reabriram, mas desde então, fui em diversos shows com meus amigos e sozinho também, desde internacionais à nacionais, já vi muitas bandas nacionais como Charlie Brown Jr, Detonautas, Plebe rude, Titãs, Pitty, CPM22, Capital Inicial, Raimundos, Velhas Virgens e O Rappa que não é rock, mas é tão bom quanto… Fora as bandas internacionais Metallica, Lamb of God, Pearl Jam, Gojira, Guns n’ Roses, Korn, Red Hot Chilli Pepers e alguns outros que verei e tenho vontade de ver,  mas sempre que posso vou em shows do matanza, pois é uma das minhas bandas preferidas.

E para quem não sabe “De Saco Cheio e Mau Humor” surgiu de uma música deles, que eu gosto muito e, então adaptei para o nome do blog, quem quiser ouvir e ler a letra dessa música aqui está: Saco Cheio e Mau-humor

Enfim, tenho diversas histórias graças a essa banda, primeiro porre, primeiro bate-cabeça, primeiro show… sabe, dizem por ai que a gente nunca esquece das primeiras vezes e acho que isso é verdade, pois voltei ano passado ao kazebre e foi nostálgico, era um show do O Rappa, outra banda que amo, e foi incrível, mas percebi como eu era um adolescente maluco, eu ia nos shows naquele lugar, quase todos finais de semana, e era mais ou menos umas quatro horas de distância da minha casa, eu fiquei simplesmente quebrado. Tô ficando velho, jovem realmente tem pique.

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Sobre Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

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