Era uma noite qualquer. A luz da lua não fazia diferença alguma na escuridão daquela avenida. E tínhamos bebido muitas cervejas. O álcool já fazia seus efeitos enquanto fumamos um maço inteiro de carlton juntos, e como aquela música; se eu divido um maço, eu te amo disgraça, eu te amo disgraça, eu te amo de graça.

Chegamos no apartamento dela eles foderam a sua amizade que demoraram anos para construir. Os  seios dela eram macios o suficiente para que ele não pensasse em mais nada além deles e, seu pau latejava e ela não podia conter sua vontade diante daquilo, então abriu seu sinto e ajoelhou. E como dizem por ai, quem ajoelha tem que rezar, mas sabe… não foi bem uma oração que ela fez. Então continuarão a sua “pregação”.

O corpo dela parecia ter sido feito para ele e o dele para ela, os dois se entendiam na cama, tão bem quanto se entendiam na vida e, naquele dia de maldade o sexo fez a conexão de ambos se potencializar a um nível totalmente novo.

Eles já tinham conversado sobre foda, mas nunca tinha feito um com outro.

As mãos dele passavam por sua pele macia e eriçada e, os gemidos dela eram tão altos quanto o tesão de ambos, a cada estocada os arrepios aumentavam então toda aquela energia era transmitida entre seus corpos.

Dizem por ai que é fácil fazer tudo que ele sabe, mas não fazem, não sabem. E ela enlouqueceu, ele enlouqueceu, os seus corpos chegaram ao ápice. E a embriaguez fez seu trabalho e ambos dormiram.

Ela abriu os olhos e ele não estava mais lá.
Ela mandou mensagem e ele não estava mais lá.
Ele foi idiota e não entendeu que podia ficar.
Ele foi babaca e suas mensagem começou a ignorar.

 

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