Não conhecia Tarryn Fisher, e posso dizer que gostei muito do estilo de escrita dela, a maneira sucinta e direta com que ela descreve os acontecimentos em Stalker faz dessa história unicamente entretenimento. E não no pior sentido, olha, posso dizer com certeza que me diverti conhecendo Fig, Jolene e Darius.

Eu curti muito os três atos dessa narrativa; A Psicopata, o sociopata e a escritora.

Mas a partir dessa segunda parte: O sociopata, o livro realmente me prendeu e ganhou minha atenção.

Achei simplesmente essa transição entre as perspectivas dos personagem o ponto mais positivo da obra, e a Tag acertou novamente  com o proposito de trazer livros que a gente quer logo passar para próxima página.

No início do livro principalmente no primeiro ato, pensamos que o desfecho daquela história seria uma tragédia daquelas que passam na tv do tipo: Pessoa mata família inteira e depois se mata. Mas não, Tarryn nos deu um final diferente do esperado por todos, acredito eu. E isso é muito positivo também, enfim eu gostei do livro, gostei da história e da edição que a Tag inéditos fez, só que ainda há pequenos erros de português que incomodam no fluxo de leitura, espero que isso melhore nas próximas edições afinal a Tag deve ser minuciosa a respeito disso, pois a experiência de seus leitores deve ser importantíssima, e erros em todas edições seria um desrespeito com seu público.

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