Margot Robbie mostra todo seu potencial como atriz interpretando Tonya Harding, quê personagem foda, a relação hostil que ela tem com sua mãe faz da trama dessa ex-patinadora uma vida pobre e quando digo pobre não é apenas de dinheiro e sim de afetos, de carinho, de infancia, de amigos, de amor de marido e mulher.
Vemos no decorrer da história, Tonya crescendo e seu talento como patinadora sempre visível, mas nos outros aspectos da vida ela se dando sempre muito mal. Por diversas vezes vemos que os monstros do passado a assombram, e assim Tonya se torna uma adulta cheia de amargura.
Destaque para a mãe de Tônia, a atriz Allison Janney foi impecável em retratar uma mulher amarga, agressiva e insensível; sentia muita raiva dela, o que é bom, minha favorita ao Oscar 2018 de melhor atriz coadjuvante, e ganhou, muito merecido.
Já as cenas de patinação tem um ótimo efeitos de câmeras, que torna o espetáculo ainda mais bonito.
É um filme contado de uma maneira esplendida em forma de documentário, são três versões de uma história real e no final ficamos chocados em como pessoas podem estragar a vida de alguém para sempre.

 

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