Textos

(In)ternidade – 2 – Amor Escarlate.

Talía se arriscava por um pouco de diversão. Os telejornais sempre diziam que os índices de criminalidade haviam aumentando de maneira vertiginosa, que era perigoso sair nas ruas, que as facções tomavam conta da cidade. Talía não via no telejornal um limite para a sua vida festiva, que sempre começava nas sextas-feiras, que sempre começava com alguma mensagem de áudio no Whatsapp convidando para uma festa.

Que sempre começava com uma briga de família.

A mãe de Talía, dona Mônica, pessoa muito gentil, sempre me tratou muito bem. Talvez por eu ser mais velho que sua filha, ela me via como um meio de colocar juízo na cabeça da guria. Mal sabia ela que, mesmo com minha idade, ainda pensava como um adolescente, entre bares, festejos, bebidas e noitadas. Logo, não sou uma das melhores companhias, logo sou uma péssima influência disfarçada de ovelha, sou o lobo tragicômico. Quando conhecia a guria ela já estava bem estragada. Ela mentiu a idade para mim, disse que tinha vinte um, mas tinha dezessete. Já bebia e fumava como uma vaca (!?) já era mentirosa o bastante para enganar até mesmo as autoridades policiais. Ela entrava em motéis, conhecia os que não perguntava a identidade, ela conhecia os bares, conhecia os traficantes, conhecia onde tocava a música mais alta, conhecia as melhores boates. Talía, era a melhor guia turística para putaria que se pode conhecer.

Mas em sua alma, em sua profundidade ainda havia muito da garota que frequentava a igreja com a mãe. Talía talvez quisesse pagar por um papel quisesse pagar por uma interpretação inverossímil, e isso eu notei na primeira olhada que dei em seus castanhos olhos de bode. Ela queria manter um controle de algo que lhe escapava entre os dedos, Talía se tornou uma anomalia para todo o resto, eu sabia quem ela era de verdade, sabia que naquele corpo sedento, naquela vagina louca, ainda tinha muito da virginal menina que pensou um dia em casar-se virgem. Claro que esta garota parece um clichê pronto, uma menina virginal que cai na lama porque o pai havia ou abusado ou abandonado, cai na lama porque a mãe estava trabalhando e não teve tempo de cuidar da coitada, cai na lama porque todos nós somos uns fodidos sem futuro e nossa realidade é muito mais escura do que é transmitido no telejornal ou nas novelas das nove. O mundo dos grupos de Whatsapp é uma micro fração de todos os estupros e decapitações que vamos assistir fora do cinema. Talvez que por isso a merda cheire tão mal no sol e Talía estava ciente. Ela não era fruto da tragédia.

Apesar do pai, sim, tê-la abandonado. Mas os motivos são outros.

Sua mãe, novamente lembrada como Mônica, não era ao todo culpada, ela fizera a cabeça da menina contra os homens e a afastou do pai, que até gostaria de ser presente, mas fizera outra família, outros filhos, outra história. Talía se viu só, Talía se viu abraçada pelo vazio, pela inexistência. e isto não trazia prazer para ela. Talía decidiu, diante do espelho, que existir não era importante, que a moralidade era apenas uma regra escrita por alguém, e este alguém não era dono dela. Obviamente que não fora da maneira citada no texto, isto foi de pouco à pouco, isto foi lentamente. Moralidade por moralidade caindo como colunas de um prédio implodindo.

Isso praticamente detonou depois que ela trepou com a primeira mulher.

E quando conheci Talía, o mundo da moralidade Kantiana já tinha se transformado em suco de uva.

Sempre o amigo do amigo do amigo. Talía não fazia meu tipo. Quando ela falou “21” eu sabia que era mentira, porém minha moralidade Kantiana também já tinha ido à merda. Ela tinha cara de dezessete, tinha jeito de dezessete, mais uma vez uma mulher mais nova, mais uma vez a tragédia destas gurias se apaixonarem. Ela é muito pequena, muito magra, muito faladeira. Quando ela conversava com seus amigos, suas voz não me deixava raciocinar. Talvez sua futilidade, pelo peso dos assuntos, não me atraísse, talvez o jeito que ela se vestia, talvez seus olhos de bode. Talía não parecia se jogar em cima de mim, talvez não se importasse. Mantive-me em silêncio durante toda nossa primeira interação, apenas trabalhava na cerveja, debruçado na mesa, com tantas outras pessoas falando em volta.

Prefiro vir ao bar sozinho.

Talía não se importou com meu oficio de escritor, ela mesmo dissera não ter paciência para ler, retruquei dizendo que os “textões” do facebook devem ser uma boa forma de informação. Ela não respondeu, manteve-se como se não tivesse entendido, e eu acredito que ela não tenha entendido mesmo. Talía era fútil para mim, mas não para o mundo, ela era normal, especificamente normal, uma em quatro garotas que você vai esbarrar, provavelmente a sua esposa é uma Talía. Mas, esta Talía decidiu rebelar-se contra sua programação e viver o menos possível, da maneira mais intensa. Logicamente, levando tudo muito a sério, ela se preocupava em olhar para os dois lados antes de atravessar, mas não se preocupava de quem era a rola do qual ela estava sentando. E isto também não me incomodava, talvez até tivesse inveja de não ter mais sua idade, não ter mais sua disposição para apostar quem bebe mais, para apostar quem morre primeiro. Eu gostaria, de fato, de ser Talía, de ter seu sorriso.

Talvez a única caracteristica apaixonante da garota. Seu sorriso, era simples, pleno e puro, ria com vontade, ria com força, ria como se os pulmões fossem explodir. Seus dentes já tomando um amarelado nicotinal permanecia firme. Quando fumava maconha, se tornava um riso bobo, mas ainda forte, estridente. Ela ria das piadas, ria da vida, ria dos problemas, talvez sua força esteja ai, não há relatos de Talía chorando em público. Em determinada festa, um grande tiroteio, muitos mortos. Talía se escondeu atrás de uns engradados, ela ria baixinho, como se tivesse perdido a sanidade, ela ria porquê seria uma boa história para se contar no dia seguinte. Talía ria como uma pecadora perante a Jesus, seu riso era debochado, sim isto é definitivamente uma qualidade, uma invejável qualidade. Talvez a maior, melhor, principal. Seu orgasmo, risonho, talvez frenético. Ela havia me deitado na cama, subiu em cima de mim, porém ficou em pé, no colchão redondo do motel, ficou sob minha cabeça, em pé. Eu deitado, vendo sua boceta, ela começa a se masturbar, e se masturbar, e se masturbar. Diz que quer garantir logo o dela. Se masturba em pé e eu assisto num ângulo privilegiado. Um pouco antes de gozar ela senta na minha cara e goza na minha boca, dai começa a rir, um risinho infantilóide e bobo. Eu afogando-me e deliciando-me dos seus fluídos vaginais, apenas penso nos metros de insanidade que aquela cabeça continha.

Daí ela acende um cigarro e eu estou a observando na mesa, ainda não apresentados. Ela chegou com mais uma ou duas amigas, nosso amigo em comum trouxera e eu lá estava, sentado, colecionando garrafas vazias. Ela começa a conversar, não entro no assunto, apenas mantenho-me de ouvinte, observando os rótulos e lendo as informações. Suas amigas conversam sobre reality shows e Instagram, daí elas sacam os celulares e começam a rir dos vídeos nos grupos do Whatsapp. Na minha cabeça apenas toca John Denver, Take me hooooome, country Rooooads, e por aí vai. Minha consciência volta para aquela pesa de bar e lá estão elas. Reparo nas roupas de Talía, uma saia Jeans com uma blusinha qualquer. Ela telefona para a Irmã, conversa, conversa e volta para a mesa, o assunto qualquer. Sou invisível, prefiro assim, prefiro manter-me a distância de tudo, alheio. Observando descaradamente as pernas de todas elas, notando como seus sapatos e sandálias são estranhos. Os dedos de Talía são bonitos. Ela cruza as pernas várias vezes, direita, esquerda, direita, esquerda, não deixa de descruzar, dai cruza novamente. Vejo sua calcinha um ou outro momento, a saía é justa. Não lembro a cor, mas era algo entre o vinho e o bege. Me surpreende eles estarem falando sobre literatura, eu corto o assunto dizendo “A.J.Sallinger”. Estavam falando qualquer bobagem sobre o apanhador no campo de centeio e a morte do John Lennon. Todos ficaram calados, dai eu repeti que o nome do escritor era A.J.Sallinger e Talía, desconfortável, disse que não sabia.

Depois de alguma forma ela descobriu o numero do meu celular. Fiz ela se masturbar para mim por telefone… Sexo verbal é uma babaquice.

Obviamente Dona Mônica gostava muito mais da irmã de Talía. Sempre dizia que ela estava na faculdade, não importa a hora que eu chegava. Ou então tinha ido trabalhar. Talía ainda estava no ensino médio, repetira umas duas ou três vezes, provável estudante de supletivo, não se importava, talvez não sabia se estaria viva até lá. O futuro destas garotas sempre é sombrio de alguma forma. Talvez repetir o ciclo do pai que abandona, talvez uma cova qualquer e as dores de uma mãe que perde o filho(a). De qualquer forma, este relato não trata do futuro provável, porque sinceramente ela será uma desgraça, quer queria ou não. Um grande amigo me dizia que somos essencialmente tristes, quando estamos felizes é porque a tristeza não foi grande. Talía tinha uma certa incognita, seu jeito alegre e feliz poderia esconder uma chaga, uma sombra escurecida. Na sua luxúria ela escondia um lado mulher, um lado que nunca irá desabrochar. No seu lado mulher ela escondia a loucura de beber, fumar, trepar e arriscar-se nas festas das violentas noites. Andar por estas noites, ditas, não era um trabalho para principiantes, porém Talía se fizera nestes becos, se fizera nos forrós das periferias, nos pancadões de Funk, nas bebidas de graça e no sexo com traficantes. Talía se fizera como um objeto, porém ela tranformara os outros em eu objeto de conquista. Ela ria, ria da cara daqueles que queriam possuir este pequeno tesouro. Ela se aproveitava do poder, do poder do seu corpo, do poder de sua alma, fazia os homens lutarem entre si como babuínos, se alimentava dos doentios ciumentos, era sua parada, era o que fazia ela gozar.

E na escuridão do meu apartamento eu perguntei a ela o porque eu.

Queria ver sua reação.

A garota que não calava a boca um minuto ficou em silêncio, ela não sabia porque estávamos trepando, porque ela estava ali comigo. Ela deu uma profunda aspirada no cigarro, fazendo a chama brilhar como o olho de um gato. Talvez a fumaça fosse parte de sua construção pensativa. Eu completei dizendo que, um velho, gordo e feio não deveria fazer parte do espectro de fodelância de uma patricinha de favela como ela. Ela não sorriu, mas pensativa ainda se perguntava. Ela chegou na conclusão que queria um pouco de carinho. Queria conversar, queria aprender alguma coisa. O único livro que ela lera, O apanhador no campo de centeio, ela nunca soubera de fato quem o escreveu, por mais que com uma “Googleada”a resposta teria sido dada, ainda sim, nunca parou para pensar no autor daquele enigmático que livro, que sinceramente, ela me disse sorrindo, não havia entendido tanta coisa. Estar comigo, disse ela, era assistir filmes estranhos e em preto e branco, tomar cerveja, ouvir músicas bizarras e trepar sabendo que iria gozar. Para mim ela estava puxando meu saco, para mim ela queria alguma coisa, para mim ela estava com TPM. Meu apartamento era um chiqueiro, quase uma trincheira da segunda guerra mundial, mas ela achava agradável tropeçar nos livros largados pelos comodos, e apagar o cigarro na mesinha da sala.

Dona Mônica sabia que eu estava comendo a sua filha. Ela nunca se esquecia de um rosto, e isso era impressionante. Lembrou do meu sem olhar diretamente para mim. Não sei o que ela imaginava em deixar a filha de dezessete anos andar com um cara da minha idade, talvez ela esperasse que eu desse vitaminas para a menina, ou algo do tipo. Ela me tratava muito bem e eu não enchia o saco. Mônica reclamava das amizades de Talía e, dependendo do horário que eu lá estivesse, dizia que a outra filha estava no trabalho, ou a outra filha estava na faculdade. Dizia exatamente com estas palavras. Daí Talía chegava, vestindo sem algo sem fundo, como um vestido ou uma saia, atochando o celular nos peitos, com sua micro bolsa contendo algumas notas e moedas. Ela despedia-se da mãe e dizia que não ia voltar naquele dia.

E assim eu descobria que Talía tinha planos de dormir na minha casa.

E assim passávamos a noite. Gastávamos um terço de grana com bebidas. Íamos para casa de conhecidos beber e ficar chapados, dai se não dormíssemos por lá, voltávamos para meu apartamento e trepávamos a noite toda. Claro que sempre além dos planeamentos haviam os contratempos, quando começaram os tiros e o cara do nosso lado foi alvejado umas três vezes. Caímos para trás do balcão, é interessante que dá para saber quando um tiro passa e raspão sem te atingir, você sente um segundo de calor e uma sensação esquisita. Foram uns treze tiros, dois mortos, carros derrapando, garrafas quebradas. Talía estava rindo baixinho, como se tivesse lembrado-se de uma piada. E eu aterrorizado, esperando alguém estourar nossos miolos. Demos no pé antes da chegada da polícia, como eu iria explicar uma garota, menor de idade, chapada de maconha e uísque, me acompanhando. Demos no pé, pegamos um Uber para a casa de um conhecido dela, outro traficantezinho, não era longe, mas o cara do Uber não queria nos levar, por ser perigoso. Talía começou a gritar dizendo que ia pedir para o Henrique matar aquele filho da puta. Eu tentei acalmá-la, disse para o motorista do Uber que ela tinha tomado umas e estava meio grogue. Ele olhou para mim, em seus olhos escreveram a frase “quantos anos ela tem?”, mas ele não se atreveu a perguntar.

Porém nos largou duas ruas antes.

Caminhantes solitários, eram duas da manhã quando chegamos na casa deste amigo de Talía. Um sujeitinho estranho, babaca. Ele e os amigos revezavam uma garrafa de cachaça. Talía estava alta, talvez a adrenalina tenha a deixado muito mais bêbada. Disse para o tipo que eu era o seu namorado. Ele me olhou como se fosse alimentar-se do meu fígado, de fato, na hora, não liguei, fui pensar nisto que ela havia dito bem depois. Acabamos ficando na casa do sujeito, tocava Funk no pior volume do mundo. Eles revezavam a garrafa de cachaça e acendiam seus cigarrinhos de maconha. Eu estava preocupado com Talía, por mais que ela fosse forte, ela possuía algum limite, e este limite já tinha ido embora há muito, me deparei que eu estava agindo como um pai preocupado, ou como um namorado sereno. Me vi em uma posição indistinta, estranha para mim que ia até as últimas consequenciais. Talía me disse, que era isso que admirava em mim, todos faziam sempre as mesmas coisas e eu a surpreendia.

Isso me surpreendeu. Todas essas sensações me surpreendeu. Talía tinha me fisgado também, eu havia caído em sua cômica armadilha. De alguma forma eu aprendi a me importar com aquela guria idiota, com aquelas baboseira que ela falava. De alguma forma aquela garota fútil tinha alguns dedos de sabedoria no seu interior, que de uma forma pouco ortodoxa ela transmitia através de seus atos estrambólicos. Os outros se degladiavam por sua atenção enquanto a mim apenas seus sorrisos me satisfaziam. Eles queriam enaltecer aquele corpo luxuriante, pois para mim era apenas um gesto maquinal de amor sem sentido, foder por foder. Talía na na minha cama não representava tanto. De fato, ela era pequena, com seios quase inexistentes. De fato, ela não possuía curvas em demasia, mas o fato dela tranzar fácil, para os homens, fazia tal coisa apaixonante. Para mim era indiferente, para mim não existe tranza fácil, existe apenas foder, foder é apenas um movimento corporal comum como cagar, mijar e beijar.

Talía havia se apaixonado. Ela havia me dito. Ela estava interessada nas minhas esquisitices, estava interessada pelo fato de não dar a mínima. Ela queria se auto destruir, ela não se importava com Moral e eu estava na mesma onda, porém numa frequência menor, mais lenta. Todo mundo no seu tempo. Talía não se via velha, e eu não conseguia lembrar da minha juventude, tal período se passava como se não tivesse acontecido comigo. Talía começou a se importar, e tal coisa se transforma num problema, principalmente quando ela me alcunha de SEU namorado. Dai a mulher desmorona e a menina surge. Ela não estava acostumada a fincar ancora nas ilhas que visitava. Ela sentava na piroca e decidia ir atrás de outra rola, quando xotas não a encantavam. Mas comigo as coisas iam além desta piroca, e tudo acabou neste abismo do sem querer. Tudo acabou nas bebidas e na vida desprendida. Tudo acabou neste declive do qual nem eu, nem ela estávamos preparados. Eu, precisando me afastar e ela querendo formas de estar junto de mim.

Ela dizia para eu gozar dentro, ela queria um filho.

Ela estava sabotando sua auto-destruição e era culpa minha. Meu pseudo-amor havia transformado este texto escroto em um livro do Nicolas Sparks. Meu pseudo-eu havia transformado o eu verdadeiro dela num eu lírico. Agora as consequências estavam formadas, o palco pronto e a tragédia preparada. O teatro grande da vida de um bêbado derrotado que trepa com uma garota de dezessete anos e não se sente responsável por foder a cabeça da menina.

E daí que, nesta hora, eu estou mijando. Estou olhando para o espelho pintado de batom, com o escrito de Calíope. Aquele preocupante “eu te amo”. Escuto o barulho na porta, mas estou mijando, não consigo cortar o mijo na metade. Escuto a voz se aproximando, como uma locomotiva. Escuto ela perguntar aonde eu estava, e eu débiamente respondo. Daí ela entra no banheiro, escuro, sujo mesquinho, fedido. Me vê mijando e derruba a sacola de compras com a garrafa de dois litros de Coca-Cola. Eu vejo Talía refletida no espelho, seus olhos cheio de lágrimas lendo o “eu te amo” escarlate.

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Tenho uma lista de filmes para assistir e um tanto quanto de livros para ler. O tempo é tão escasso nestes anos tão estranhos. Escrevo buscando entender este mundo, tal qual um escritor de um manual de instruções. Pretendo um dia ter uma casa com uma janela para um cemitério. Uma boa maneira de pensar na vida e no futuro indubitável de cada um. Agora buscando uma resposta para o futuro em antigas mitologias perdidas. Também querendo ganhar um dinheiro extra, sou um ser humano como todos os outros, e ter uma independência mesmo que pequena, comprar quadrinhos entre tantas outras coisas. Espero que gostem dos meus textos loucos e das minhas estranhas visões do mundo. Blog pessoal: http://omiopepsicopata.blogspot.com.br/ Twitter - @rhuanroussseau

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