Textos

(In)ternidade -3- Apolíneo corretor ortográfico.

Quando vejo todos aqueles livros, principalmente os preços, uma livraria cara no shopping center mais vistoso da cidade. Milhares e milhares de toneladas de papel agrupados em uma capa dura e bonita. Milhares e milhares de erros gramaticais e histórias bem contadas, milhares. Não combino com aquele lugar, como se fosse destoante daquela música apolínea. Os vendedores perguntam, sorridentes, se eu desejo alguma coisa. Não é o sorriso de Dulchenne, não preciso ser amigável, mas sou, ainda sim eu sou amigável, estive neste lado do balcão, sei o que é um cliente chato. Digo que apenas olhos, mas meu principal desejo é furtar um ou outro livro. Quando o vendedor sai de vista, eu seleciono uma ou outra obra de bolso para colocar no fundo falso do meu casaco, longe das câmeras, longe dos olhos atentos dos seguranças. Tenho prática nisto, mutia prática. Seleciono os dois livros, seleciono o lugar, e o passe de mágica acontece.

O vendedor me pergunta mais uma vez se pode me ajudar, ele deve estar desconfiando, por experiência não posso sair da loja agora, pois seria o alerta máximo de desconfiança. Começo a folhear um livro de culinária, fora o primeiro que peguei, os pratos chiques e famosos, pratos que eu nunca irei comer. Um frango com tantos ingredientes que seu valor, em um restaurante, deve ser o mesmo de um carro popular. Fotos fantásticas de pratos apetitosos, imagino o coitado que passou anos estudando fotografia, para enfim, depois de formado, tirar foto de pratos de comida. A “Neo”natureza morta.

A morte da natureza.

A morte da vida.

Milhares de árvores mortas naquela livraria, papeis, papeis, papeis. Vejo livros  biográficos de Youtubers, livros que contam as peripécias do mundo de Minecraft, livros de poetas da nova geração, poetas de Twitter. Sou um velho ranzinza que acha tudo o que é novo uma merda, mas minha consciência diz “menos bocetas novas, seu velho tarado” ai eu fico envergonhado. Não gosto quando elas são muito mais novas do que eu, porém as mulheres mais velhas estão ficando cada vez mais escassas, elas querem se parecer com mulheres mais novas, não aceitam a idade como qualidade e sim como defeito.

Daí vou para a ala de livros de cinema, novamente o vendedor me pergunta se eu estou precisando de ajuda. Quase respondo um “não, merda” mas prefiro ter paciência. Os dois pequenos volume de bolso me incomodam no fundo falso do casaco. Grandes diretores traduzidos em suas biografias, temos Tarantino, temos Scorcese, temos Kubric, todos os grandes, todos, todos. Abro um e começo a ler, ver as figuras, entender o que o autor queria, traduzindo o que foi dito e o que deixou de ser. Biografias buscam florear a história, maquiar, deixar o incrível, crível. Quando se romantiza, perde-se o glamour de acordar e cagar, tais coisas não irão para as biografias dos grandes astros.

Acho que o romance é a perca do glamour da vida.

Grandes e grossos volumes sobre os 100 filmes que se precisa assistir antes de morrer. Imagino o desespero de ganhar um livro destes quando se é um doente em fase terminal. Muitos filmes que eu não conhecia, outros que eu assisti e ninguém conhece, me sinto até um pouco mais inteligente por ter assistido grande parte da cultura americana no meu tempo de vida. Então, me faltava uns vinte ou trinta filmes para morrer em paz, um estranho jeito de se contar o tempo de vida. Um estranho jeito para se viver. Conheço pessoas que preferem viver diante à um computador, ou televisão. Conheço pessoas que colecionam livros dos quais nunca lerão, conheço pessoas que casam-se com mulheres lindas e preferem punhetar assistindo à um porno grotesco de lésbicas venezuelanas.

Os livros me incomodavam um bocado. Talvez não tenha sido uma boa ideia cobiçar tanto estes exemplares de bolso com pontas metálicas. Se fossem livros comuns eu poderia ter levado mais dois ou três, porém fui acometido pelo pecado da gula. Fiquei com vontade, também, de roubar um destes livros de cinema,mas só se eu os enfiasse no cu para sair de lá. Além de grandes e grossos, são volumes muito caros, eu seria sentenciado à morte ao afanar uma merda daquelas. Eu fiz minha fama como ladrão de livros e cds, como estes últimos saíram de moda, então apenas tenho furtado livros, e uma vez ou outra uma garrafa de uísque. Escrever nunca pagou bem, alias, vivo no país que menos se lê no mundo, não é de se assustar alguém ganhando uma merreca por escrever algo, então ajudo com textos publicitários e outros tipos de prostituição, mas, ainda, não dá para comprar livros. Apenas estou justificando meu lado mão leve.

Daí chego em casa, abro o casaco e despenca os dois volumes, eles ficarão bonitos em uma das minhas estantes, fico observando os muitos livros, as brochuras, os nomes, os temas. Minha coleção de livros e minha coleção de discos. Os cds ainda estão lá, mas pouco usados, tínhamos chegado à perfeição sonora com os antigos discos, mas a industria quer reparar todas as arestas, então inventaram o formato digital, depois o MP3 e o mundo ficou tão oblíquo como na era das cavernas. Não tem como comparar um bom compacto do Rolling Stones com um cd ou arquivo de áudio baixado da internet. Terminei com uma das meninas que eu estava comendo porque ela não sabia quem é o Mick Jagger. Idiota, quem não sabe quem é o Mick Jagger?

Ela achava que era um personagem da música do Maroon 5.

A beleza de uma mulher é passageira, despencará tudo quando menos se nota, porém seu intelécto fará ela se tornar eterna.

Meu amigo me perguntou porque eu a deixei, respondi “ela não sabe quem é o Mick Jagger”

Ela não sabia, isso era pecaminoso.

O vendedor me pergunta novamente se pode ajudar, eu, mais uma vez, digo que só estou olhando. Me sento em uma daquelas confortáveis poltronas e puxo um livro qualquer para ler, acho que era Algusto Cury. As pessoas mendigam palavras positivas nestes tipos de lixo, muito disto é por não conseguirem viver uma vida fodida, aceitar a vida de merda é para muito poucos, sempre numa fuga, num abstraísmo. No momento que pensei nisto eu lembrei o que eu faço nos bares, o que eu faço com as mulheres, dou um sorriso, cada um tem o Algusto Cury que merece. Cada um carrega o seu próprio diabo nas costas. Caralho.

Os seguranças olhavam desconfiados para mim. Eu fingia ler qualquer merda. Tinha uma guria lendo um livro de cinema, algo sobre Aldous Huxley e a imagem em movimento. Me aproximo, pego um livro na estante que ela estava mexendo, um livro sobre Glauber Rocha, faço um comentário sobre um dos seus filmes e ela se surpreende. Depois faço um comentário engraçado sobre qualquer outra coisa e comparo os filmes de Crepúsculo a lixo, e ela concorda comigo, dai ela diz que estuda cinema. Pergunto se a pós graduação de pedinte não assusta ela. Ela ri, uma risada franca. Noto a beleza nas mulheres quando elas estão rindo. Um laço havia sido feito, ela me pergunta qual o meu tipo de livro preferido, eu digo que os de investigação e os poetas malditos. Ela me pergunta sobre Ginsberg, daí noto que falamos o mesmo idioma. Começamos a falar sobre Hemingway, Kerouac, indo e voltando, Hesse e Nietzsche. Ela escolhera cinema de supetão, tinha que entrar na federal em algum curso, tentou psicologia e falhou miseravelmente, agora fazia cinema e sua mãe ficava feliz com isso. Porquê não filosofia? Eu fiz esta pergunta e ela me respondeu de uma maneira boba, seu ex-namorado fez filosofia, ela não gostou. Ela não tinha cara de ex-namorado, uma garota como aquela nunca está solteira. Ela me diz ter 21 e eu digo minha idade. Dou risada, ela dá também. Passeamos pela livraria, ela está de folga do seu trabalho, mas não pergunto onde ela trabalha. Falamos sobre Tolkien, falamos que elfos são bixas. Falamos sobre as adaptações de Senhor dos Anéis no cinema, qual era a cena preferida de cada um. Ela me disse que não gostava de filme de super herói, ela só me disse isso achando que eu também não gostava. Falo sobre nosso lado criança, precisamos ter um lado infantil, algo doce dentro de tanta escrotidão. Eu não estava bêbado, quando não estou bêbado falo coisas bonitas.

Por isso estou sempre bêbado.

Vejo a mensagem no espelho, o “eu te amo”. Vejo a garrafa de Coca-Cola caída no chão. Tudo me deixa muito triste. Escrevo na mesa da cozinha a palavra “resiliência”, uma palavra que me veio a mente. Tem garrafas espalhadas, cinzas e cigarro pelo chão, o cinzeiro deve ter caído e quebrado quando eu e Calíope trepamos na mesa. Que merda, pensou eu, que merda. É o meu quinto cigarro é ainda são onze horas da manhã. Estou me matando aos poucos: durmo mal, como mal, bebo, fumo, estou triste, estou feliz, estou querendo morrer. Um dia eu tomei uma mão de remédios com Gim, apaguei, não morri porque desmaiei de bruços. Que merda! Que merda! bato nas teclas do notebook, tento escrever alguma coisa, nada saí. O velho computador, tenho ele há uns sete anos, vindo de um outro que durou quinze. Ah meu velho amigo, não te dou um copo de Gim porque você é alérgico. Não dou um copo de Gim para o mundo, mundo de merda. Ligo duas vezes para Talía, ela não atende. Calíope está no trabalho, não adiantaria ligar. Que se foda. Vejo os livros caídos da estante, um dos livros que roubei na livraria está lido pela metade. O pego, começo a ler de onde parei.

Eu a fiz comprar o mesmo livro que eu roubei, então temos livros iguais. Poderíamos fazer códigos como os antigos espiões russos, usando as páginas dos livros. Não vou explicar aqui como se faz isso. Ela ainda queria comprar mais um, eu já estava naquela livraria há umas quatro horas, no mínimo. Ela me deu todos os sinais de avanço, mexia no cabelo, me fazia perguntas, encostava em mim e aceitava meu toque, uma vez eu até cheguei a semi abraçá-la. Se eu fosse um psicopata serial killer, minha vítima já estava no papo. Estava na hora de avançar alguns sinais, levei-a para próximo dos cds, um lugar pouco movimentado, fiz comentários bobos sobre as músicas que não gosto, mantive o seu bom humor. Elogiei seu sorriso, elogiei seus lábios. Ela ficou em silêncio, senti a tensão. Eu abri a mão, disse para que ela fingisse que eu era um espelho, ela aceitou o teste, estávamos tocando as palmas das mãos, eu disse que as pessoas refletem quem são nas outras, ela, talvez, tenha se dado muito bem comigo porquê eu sou um reflexo dela. Ela não entendeu. Daí comecei a acertar coisas de sua vida, coisas simples que eu havia deduzido por uma simples observação, um truque antigo. Ela se surpreende, ela fica ruborizada. Eu digo que alguém como ela não pode ficar assim, sozinha. Ela diz que não está sozinha e eu digo que não mais. Quando o vendedor sai de vista, eu agarro sua cintura a levo para longe das câmeras, longe dos olhos atentos dos seguranças. Tenho prática nisto, mutia prática. passo delicadamente a mão em eu rosto, suas pupilas dilatam, sua boca pende, seleciono o lugar, e o passe de mágica acontece.

O primeiro beijo é o mais íntimo, por isso não se deve beijar prostitutas.

Ela, envergonhada, não entende si mesma. Porque ela estaria beijando um cara mais velho, em uma livraria, um cara desconhecido, só porque ele falou coisas legais? Muitas coisas se passaram na cabeça daquela guria. Ela agarrou-me também, vi os seguranças se aproximando, tentando terminar aquele micro gesto romântico e babaca. Terminamos e tenho a desculpa perfeita para sair dali furtando os dois livros. Livros estes que me machucaram para valer quando ela me abraçou. Perguntei se ela tinha idade para tomar umas cervejas no bar, ela ficou puta! Depois riu. Disse que uns amigos dela se reuniam em um bar próximo para tomar torres de chopp. Eu disse que o Chopp é a bebida falsa. ela é servida numa torre com o dobro do valor para não dar nenhum barato. Igual a um desfile de moda onde as modelos são feias, você não fica de pau duro. Foi a primeira vez que ela me chamou de escroto.

Não foi a última.

Continuamos as confabulações no bar. Este ambiente é uma segunda casa. Pedi uma caipirinha para ela e cachaça pura para mim. Quanto mais bebíamos, mais alegres ficávamos. Sua vida não era tão interessante. Mãe, irmã, pai prolixo que arranjou outra família, nada que não vimos numa novela das nove. Do nada alguém me chama, olho para trás, meio torto, vendo pouco. Eu conhecia aqueles pares de seios. Érika se aproximava sorrindo. Ela se apresenta para minha companhia sem esperar reciprocidade de nomes. Ela diz que me conhece há muito tempo, diz que eu ainda não dei a respostas dos textos que mandara para mim, depois perguntou o que achava das poesias. Por fim, termina falando para a guria sobre como gosta de escrever se masturbando, ela prefere assim, Jim Morrison fazia isso. Érika estava um tanto bebada. Me dá um beijo na boca e saí. Eu pensei que teria perdido toda aquela noite naquele ato sacana de Deus. Mas que se foda, o que acontece deve acontecer. A guria não parecia abalada, disse que me enxergava como um lobo solitário, um lobo da estepe, a corto mencionando Herman Hesse e ela confirma, dai continua a falar sobre Lobos e como não se ligar a alguém pode ser benéfico, ela mesmo, nunca amaria alguém, preferiria morrer a amar alguém. Se mataria se um dia amasse alguém.

Eu disse que ela estava sendo drástica.

De fato estava sendo.

Escrevo no balcão do bar “resiliência” apenas com o dedo úmido, não deixando marcas eternas.

Digo que os poemas de Érika eram uma merda. Ela achava que era o Bukowski só porque escrevia sobre pau e boceta. Disse que não gostava de ler os originais dela, ela era uma péssima escritora, não sabia escrever diálogos, tentava emular Clarice Lispector, Chuck Palahniuk, Bukowski, Rimbaud. Ela não era original, não era um texto que gostaria de ler. Eu já tinha dito várias vezes isto para Érika. Seus textos eróticos, normalmente sobre lésbicas, mais lembravam fanfics. Bem, ela começou sua carreira literária escrevendo fanfics, e agora pretendia escrever o segundo grande Cinquenta tons de cinza. Agora que seus seios estão grandes o bastante, tem a chance de viver alguma daquelas pornografiazinhas que escreve.

Começa a tocar The Rain Song.

Érika é uma perdida, eu disse para a garota, uma perdida.

Ela pergunta o que eu escrevo. Pergunto se ela não quer ir até o meu apartamento para ver. Esperava uma resposta positiva, mas sua mãe não sabia onde ela estava. Até então tinha ido ao shopping. Novamente suspeito dela não ter 21 anos, mas temos jovens de 30 anos ainda na casa dos pais, então, nada é impossível. Me ofereci a deixá-la de carro. Ela aceitou, mas perguntou se não tinha problema, eu havia tomado quatro doses de cachaça e duas cervejas. Respondi que não tinha com o que se preocupar, minha carteira de motorista tinha sido caçada há uns quatro anos.

Ela vestia um vestido até os joelhos, cinza fosco. Agora, sentada no banco do passageiro, eu vejo suas coxas brancas e firmes. Com botas até o meio das canelas. Os cabelos negros escorriam para trás, junto ao vento. As ruas estavam bem movimentadas, passávamos pelo bairro boêmio no trajeto até sua residência, que ficava em uma parte periférica da cidade. Toda a adolescência fervilhando nas ruas, drogas e álcool. Meninas de doze anos com seus namorados de cinquenta, elas pagam para elas uma vida melhor? Talvez? Uma vez escutei a conversa de duas destas garotas, eu estava bêbado demais para ir para casa, então decidi dormir sentado na escuridão de um beco. Elas conversavam na porta de uma casa de show famosinha. A da direita, treze anos, disse que estava fugindo de casa. Sua mãe havia pego ela trepando com o namoradinho, deu merda, e ela fugiu. Agora ela descobriu que o cara tinha mais duas, e ela não tem para onde ir. A amiga, estranha e um ano mais velha, ofereceu a casa para ela dormir, por um ou dois dias, pois os pais iriam achar ruim. Ambas bêbadas. Chegariam em casa e iriam direto para a cama, para não dar suspeita. Antigamente estas meninas estariam preocupadas em descobrir que o Ken não tinha pau.

Paro o carro na frente da sua casa (do outro lado da rua) estico a mão, roçando em seus seios “acidentalmente” e abro a porta. Ela solta o cinto de segurança e agradece, me dá outro beijo e agradece. Ela salta do carro, vejo a sombra de uma mulher na janela. Não é uma casa confortável, poucos cômodos, uma pequena área que caberia um carro, mas serve para secar roupas. A porta entre aberta e o brilho azulado da televisão revelando que na parte não visível provavelmente teria uma mulher mais velha, sentada no sofá, ouvindo a novela e olhando para o celular. Ela se despede, pergunta se pode me ligar. Eu digo que sim. Falo meu número de celular e ela anota no seu próprio celular. Ela ri, disse que eu não falei qual era o meu nome, eu respondo, e ela me salva nos seus contatos. Ela me liga, seu número acende no meu velho celular, eu mexo, mexo, mexo e salvo o número. Malditos celulares touchscreen com corretor automático, quantas vezes mandei a palavra “pai” em vez de “pau”.

“Pega no meu pai.”

“Chupa a cabeça vermelha do meu pai”

“você gosta quando enfio meu pai no seu cu”.

Maldito corretor.

Ela me diz o seu nome, pergunto se tem acento, ela diz que sim, na letra “í”. Eu digo, igual ao mito grego não é? Ela concordo e eu penso “que porra de nome”.

repito o nome para ela “Calíope” e pergunto se tinha acertado.

Ela diz que sim.

Imagino ela escrevendo “te amo” no espelho do meu banheiro com seu batom.

 

 

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Tenho uma lista de filmes para assistir e um tanto quanto de livros para ler. O tempo é tão escasso nestes anos tão estranhos. Escrevo buscando entender este mundo, tal qual um escritor de um manual de instruções. Pretendo um dia ter uma casa com uma janela para um cemitério. Uma boa maneira de pensar na vida e no futuro indubitável de cada um. Agora buscando uma resposta para o futuro em antigas mitologias perdidas. Também querendo ganhar um dinheiro extra, sou um ser humano como todos os outros, e ter uma independência mesmo que pequena, comprar quadrinhos entre tantas outras coisas. Espero que gostem dos meus textos loucos e das minhas estranhas visões do mundo. Blog pessoal: http://omiopepsicopata.blogspot.com.br/ Twitter - @rhuanroussseau

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