Seu clitóris é o prato principal, pobre do homem
que não sabe apreciar a entrada.
Minha língua, músculo sagrado, passeia pelas entradas
lubrificando, umidificando, empapando, encharcando, ababalhando
tais partes tão sagradas da anatomia feminina.
Aperto suas fortes coxas, a finíssima penugem raspa em meu nariz,
pelos recém raspados, uns dois dias, talvez.
O cheiro de xota, o cheiro de boceta, o cheiro de vagina
Da inominável parte definidora do gozo.
a delícia de passear o músculo do sabor e sentir
as nuâncias delicadas, as texturas divinamente colocadas
saborear uma carne que não fora feita para comer
porém criada para deliciar.
Saborear, mergulhar… tal qual um instrumento tocado por
Deus, emtir as mais voluptuosas notas de gemidos.
Dós maiores, Sóis sustenidos, não existem meios tons entre
Fá e Mi, Si e Dó. Porém posso dedilhar-la, deslizando meu dedo  médio
para dentro de seu ventre, enquanto circundo com a ponta de minha
língua toda a volta de seu saliente clitóris. Ahh, tenho pena do
homem que não sabe deixar o melhor para o final.
Belo clitóris, o detalhe aperfeiçoada que todos nós nascemos, porém
apenas as mulheres usam como deveriam usar.
Deslizar minha febril língua neste monte olímpo entre suas pernas
e ouvir o regorzijo dos deuses sacanas é música Dionísiaca.
Clássica…
Geme, geme e goza, geme, geme e goza. Ela enterrará as mãos nos meus
cabelos e tentará inverter o parto, me por para dentro dela, língua, cabeça
tudo.
E aquela xota pulsante, me chamando quanticamente. Aquele buraco de Vênus
deslizante, tal qual as cachoeiras antigas. Deslizo dois dedos, perfuro-a como
alguém que procura petróleo.
Ainda com os dedos: vou, volto, vou, volto, vou, volto, vou, volto. Sugo-a até
a ultima gota. Com espasmos ela goza, goza alto, geme. Suas pernas tremelicam, sua boceta, grandiosa, brilhante, escorrente, pede pelo meu pau (esta é continuação da história, a parte dois.) Em minha boca o melhor gosto da mulher, eu seu rosto a melhor sensação de prazer. Pobre do homem que não sabe lamber uma mulher, pobre da mulher que não tem um homem para lambê-la.
Meterei meu pau diversas vezes.
Até fazê-la sorrir de novo.
E de novo.

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