Textos

(In)ternidade – 5 – A mulher mais sábia.

Vânia me pagou um trago. Ela é a única mulher do mundo que consegue acender um cigarro como se estivesse fazendo um sacrifício para um Deus Maia. O brilho da ponta daquele pequeno pecado ilumina, dai ela sopra a fumaça por todos os seus orifícios faciais, quase todos, não sai fumaça pelos ouvidos. Dai ela me serve, se serve, e bebe a cerveja do copo de uma só vez, como se tomasse um grande copo anestésico, e só então sorri. Eu tomo o meu, e sirvo a ela, depois a mim. Ficamos em silêncio por alguns minutos, digerindo, dai ela fala comigo, temos como barreira seus par de óculos, ela enxerga o mundo por aquela tela de vidro e eu me mantenho míope. Depois dali iremos trepar, não é nenhuma surpresa para ninguém, este livro nada mais é que um relato sobre sexo, morte, tristeza e definições, você, leitor, escolhe se existe algum significado ou se nada existe.

Mas depois dali vamos trepar.

Vânia me diz que irá mudar-se, finalmente conseguiu a vaga que ela tanto queria na base de lançamento de foguetes lá na puta que o pariu. Ela é astrônoma, algo do tipo. Trepei com ela pela primeira vez porque eu conhecia o paradoxo de Fermi. Ela também acredita que estamos sozinhos, por isso nada faz sentido, visitar outros planetas é apenas abrir um baú num sótão, você deseja encontrar algo interessante mas, no momento que a curiosidade é sanada, tudo vira um simples bloco de rocha. Vânia acredita nisto, eu também acredito. Bem, não fazem mais músicas como antigamente, ela gosta de Cigarretes After Sex e isso é um paradoxo.

Mas eu também gosto.

Vânia não tem tempo para relacionamentos, nem se interessa. Vive com seus cálculos nas madrugadas solitárias, vive com seu profundo conhecimento teórico, vive comandando um monte de peões para construir máquinas funcionais. Ela é o cérebro de uma mão de obra de acéfalos. Ela me disse, certa vez, que eu sou o “de humanas” com uma cabeça mais ‘de exatas” que já conhecera. De certo, isto é um elogio. Não gosto das pessoas “de humanas”. Nunca fiz faculdade, frequentei muito campus acadêmico, mas nunca fiz faculdade, não tenho paciência para estudar estas coisas, trabalhei em diversos pequenos empregos e agora escrevo para agências de publicidade, faço prostituição intelectual em troca de algum dinheiro de pão. Vânia era a prostituta intelectual mais cara, seu cérebro valeria milhões e milhões, sua mente brilhante seus cálculos precisos, ela levaria o homem a Marte, e o seu oral me leva para a Lua. Talvez ela se tornasse cada vez mais distante das “pessoas normais” por ter um conhecimento maior, tal qual o que eu acredito, amor nada mais é que um efeito químico cerebral para que a espécie continue, uma maneira egoísta de nossos genes se perpetuearem e tal qual Vânia, quanto mais sabemos, mais nos tornamos miseráveis, pois nossa vida, como os planetas do cosmos, ou são bolas de gases, ou simplesmente rochas ovais circundando uma bola de fogo que irá nos matar.

O amor, irá nos matar. Novamente.

Vânia me pergunta, quer saber o motivo da minha infelicidade. Eu conto sobre os últimos acontecimentos, ela fica preocupada, visivelmente preocupada, ela pergunta se eu estou “amando”. Digo que não, amor, amor é ridículo. Ela diz que alimentar o amor de alguém é algo muito cruel, talvez este seja o background de Vânia, alguém alimentou um amor impossível para ela, e no fim, se tornara este gélido bólido de intimidade sem romance. Ainda sim, ela me beija de maneira muito inflamante, como se eu merecesse o seu não amor. Vânia nunca me dissera se de fato já se apaixonou, mas deve ter acontecido, todos os putos já foram nobres.

Eu sou um putíssimo nobre.

Eu sou um merda e a humanidade sabe disto, bem , não me importo com o que esta humanidade tem a dizer. Eu chego em casa, fecho a porta atrás de mim e tiro os livros roubados da livraria, aqueles que me incomodavam, depois vejo o telefone de Calíope no meu celular e ligo. Eu saio de casa e deixo uma garrafa de coca-cola largada no banheiro por quase uma semana, e com várias ligações não atendidas no celular, eu chego em casa com Gregório puto da vida, querendo saber o porquê de Mel ter ficado tão triste. Eu tenho que lidar com todas as consequência dos meus atos, eu tenho que pensar em quantas livrarias eu ainda posso ir sem ser reconhecido, tenho que pensar em doenças venéreas, em formas indolores de suicídio… Eu deveria comprar uma arma? Mas devo esperar até a vida se tornar um momento insuportável? Eu deveria me acostumar a esta dor, esta dose de desespero. Eu voltei para casa com sacolas cheias de bebidas, gastei uma grande quantia em álcool, agora estou pronto para partir. Decido ligar para Vânia, precisava conversar com ela. Escuto uma voz de homem, acho que liguei errado, daí ligo novamente, e Vânia atende, sim eu havia ligado errado.

Guerra do Vietnã. Esta palavra me vem.

Ela me perguntou, por telefone, se eu havia visto as últimas fotos da sonda Juno. Sim, eu havia visto. Vejo vídeos de Astronomia e explosões nucleares quando estou deprimido. Dai falo de nos encontrarmos, ela diz que sim, que estava precisando me ver já que iria embora. Eu pergunto “Você vai embora?” eu sabia a resposta. Vânia era a única pessoa que eu não me afastei nos últimos cinco anos, a única pessoa que valeria a apena não perder. Agora ela se vai, agora ela desaparecerá, seguirá um rumo, deixando o passado para trás, serei parte das suas boas histórias, das risadas, serei parte daquilo que eu deixar como um legado, mas legado de que? Sou um bêbado que fala coisas bonitas e escreve, ela está comigo porque sou tão autodestrutivo quanto ela, idiotice a minha pensar nisto. Ela me serve novamente, é a nossa terceira garrafa, diz que somos poeira das estrelas, somos o resto de coisas magníficas e inúteis, tanto faz se a vida é milagrosa, somos um milagre, um átomo que sabe que é um átomo, mesmo assim jogamos todo este milagre na fossa, bebendo, cheirado, fumando e vivendo estas incertezas. Todo o motivo evolucionário é egoístico, amar é um egoísmo. Vânia bebe e continua, ela diz aguardo pela extinção, é o ato mais belo da natureza. Ela quer que os meteoros caiam, que a Terra aqueça, que as pessoas morram, seria uma piedade concreta para todos estes que se dizem pensantes, mas, de fato, nada pensam. Eu concordo, também estou cansado das pessoas, cansado das decepções de conhecê-las para que elas te traiam. Eles só se importam de verdade quando sabem que você está pior do que elas, ou morrendo,daí você vira um lindo vaso chinês. Esta hipocrisia toda sobre quem você precisa ser e o que precisa atingir, é tudo ridículo, de fato, uma massa alquímica podre, de razões desnecessárias. Vânia engoliu mais um copo de bebida, pedimos outro. Ficamos em silêncio e rimos. Ela disse que vai sentir minha falta, não tinha certeza das decisões que estava tomando, eu disse que tudo muda, mas também iria sentir a falta dela, prometi para ela que, se um dia eu amasse alguém eu a avisaria. Vânia é muito cri-cri com promessas, sua mãe prometera que iria voltar e nunca mais voltou. A deixou com o pai, muito novo ainda, sem ter ideia de responsabilidades. O garoto havia engravidado uma mulher sete anos mais velha que ele, daí, Vânia nasceu e a mãe a abandonou com o jovem pai. Ela teve a atenção merecida, este pai estudava física na faculdade federal, teve que largar o curso para sustentar a filha, porém ele sempre a incentivou na carreira cientifica e hoje, Vânia pode se orgulhar pelo seu Curriculum Lates.

Uma grande pena um motorista bêbado ter impedido que o pai de Vânia tenha visto o que ela se tornou.

Trepamos a primeira porque conversamos sobre a proporção áurea.

E depois de tanto tempo, tantos desencontros, lá estávamos, nossa despedida. Vânia era a mulher mais sábia do mundo: Era fria, calculista, serena. Sabia pensar nos eixos, sem deixar levar-se por sentimentos e emoções, uma máquina romântica, talvez. Talvez o mais distante dos seus livros cheios de números, que ela tenha lido tenha sido o que eu escrevi. Me divertia saber que eu havia entrado naquela mente confusa, complicada, indecifrável. Vânia tornara-se um criptograma, destes que eu gostava de fazer quando criança, uma junção, um código. Talvez o mais próximo de amar que eu já tive, de fato, nesta minha nova fase destrutiva. E pensar em auto-destruição, talvez Vânia tivesse o mesmo anseio. Ela era órfão, incoompreendida, não fazia parte do mundo comum das redes sociais e do Instagram. Vânia nunca tirou uma única foto de comida. E talvez esta bizarrice a fizesse alheia a tudo, alheia a este mundo. Daí ela sorri, tínhamos tomado uns bons drinques. Ela vai pedir um Uber, e me pergunta se pode ir para o meu apartamento, porque o dela estava uma bagunça de malas. Dai entramos no carro e partimos.

Vejo os olhos do motorista pelo retrovisor. Ele nos encara e olha para rua. Vânia está com a cabeça deitada sob meu ombro direito. Ela corta seus cabelos bem curtos, quase um Channel. Ela é gordinha, mas se cuida, mesmo não e importando tanto com aparência. Ela usa batom e só. Ela está apenas de olhos fechados, imagino no que ela poderia estar pensando, mas sem sucesso. Me surpreende ela segurar minha mão, como uma namorada, como alguém que se apaixona. Ela pensa em um conflito interno estranho. Em seus olhos uma tristeza, talvez como se pensasse no que está abandonando, a vida dela inteira estava aqui, ir para outro país sempre será uma decisão complicada a se fazer. Vânia se garante, ela é fluente em dois ou três idiomas, tudo o que eu gostaria de ter sido, ela é. Uma mulher-alfa, uma rainha dos lobos. Não deveríamos dar certo, pois não vejo fraqueza naquela mulher e eu me alimento destas fraquezas femininas como um vampiro emocional. Tenho isso em minha consciência e talvez isso que me faça não dormir bem de noite, isso que deva retalhar minha alma, as lágrimas das diversas mulheres que já passaram em minha vida e agora já foram, tomaram seus rumos com uma rachadura a mais em seus corações. Todas as vezes em que eu pensava nisto, pensava nestas mulheres me vinha a afirmação da morte solitária e miserável, como uma punição divina pelo mal que eu causo no mundo. Ver Vânia nesta posição indefesa, com a cabeça em meu ombro, silente, pensativa, talvez fosse o seu ponto fraco que meu lado maldoso gostaria de sugar. Talvez tudo o que eu faço pelo sexo não fosse justo ou certo, mas eu era o pecado da carne puro, o Pseudo-Alfa, o merda da história, o verdadeiro vilão. Talvez, neste final, eu deva morrer para pagar meus pecados.

Mas Vânia agarra minha mão, sinto o calor da sua palma gordinha na minha suja palma. Seus olhos estão fechados, sei que ela não está bêbada, aguenta muito bem o álcool. Ela está ali, silente, quase como se estivesse morta, está ali, ouvindo o barulho do carro, ouvindo o ir. Eu gostaria de falar algo legal, mas o motorista do Uber nos encara, como se quisesse um rim para doação. Ele olha para mim e olha para ela, talvez desconfiado, talvez apenas um olhar de motorista. No rádio alguma música mundana e esquecível, nada  que floreie algo ou faça uma trilha sonora épica. Tenho a vontade de beijar Vânia, aqueles lábios carnudos. Meto minha língua na sua boca e ela responde abraçando-me e empurrando minha nunca para cima dela. Olhei uma última vez para o motorista do Uber, ele estava vidrado em nós, quase ignorou o GPS dizendo-lhe “vire à direita” Sabias palavras da moça do GPS.

Preparei um drink para mim e um para Vânia. Levei-os para a sala. Ela estava apenas de calcinha, lendo alguns manuscritos. Eu não gostava tanto de escrever a mão, como vou no fluxo de pensamento, muita das vezes a caligrafia não segue a velocidade da mente, daí o texto fica prejudicado, escrevo muito melhor em computadores, ou nas antigas máquinas de escrever, onde cada batida é uma emoção, cada erro uma fúria. Errar é perdoável no computador, um botão e o destino do seu personagem é modificado. Quando utiliza-se a máquina de escrever, a marca do erro ficará eternamente naquela página, nada poderá corrigí-la, pois o escritor sabe que errou, as marcas servem para avisar e destruir, quando se deixa uma mensagem, quando não se apaga a mensagem, destrói, cria-se uma nova linha temporal, e as almas serão arrebatadas. Vânia cruzou as pernas. Sua barriguinha saliente, sexy, a calcinha azul com um lacinho. Os grandes peitos caídos. Sempre que os lambo eles ficam durinhos, como duas ereções torácicas. Dou o copo para Vânia e ponho o meu sob minha mesinha de centro. Ela belisca o líquido e continua a ler, dizendo que está muito bom, que eu evoluíra bastante a minha forma de escrever e descrição. Eu disse que eram apenas rascunhos, coisas que eu usaria num proximo texto, talvez, e alguns informes publicitários que eu teria que digitar e mandar. Ela pergunta se consigo ganhar a vida com isto. Sim, dá, vivo da maneira que decidi viver, com os luxos que decidi ter. Não sou uma pessoa cara, tenho um carro que me é útil, tenho um apartamento num lugar útil, compro os livros e os discos que necessito. As vezes devo, as vezes não, depende do dia. Ali somos um embate entre o “estudei muito e preciso estudar mais” e o “já estudei o suficiente, agora espero apenas a morte” e cabe a você, leitor, decidir de quem é a definição.

Tiro as folhas da mão de Vânia e deslizo meus dedos por sua calcinha, a beijo forte, profundamente. Meus dedos passeiam por aquela pelugem. pelos altos, grossos, felpudos. Logo adentro com meu dedo médio em sua boceta, puxando de dentro para fora todo o molhar. A calcinha azul claro começa a apresentar manchas azul escuro, masturbo-a enquanto a beijo, segurando os cabelos em sua nunca e apertando minha boca na dela, nossas línguas brigam e se abraçam, sinto-a derreter no meu dedo, seu grelo pulsante, seu clitóris já rijo. Meto o meu dedo com mais força e adiciono o indicador. Os dois dentro daquela xota, saindo e voltando, encharcando ainda mais aquela vagina, sinto que Vânia está próxima de gozar, ela morde os lábios e fecha a mão, agarrando forte o que estiver segurando, é um perigo fazê-la gozar enquanto ela te masturba. Vânia começa a tremelicar e sua boceta está brilhante, perfeita. Tiro a calcinha, já encharcada e ela começa a cavalgar em mim, o seu peso nas minhas coxas, estamos no sofá. Ela pula e eu meto sem pena. Sua boceta é bem quente, não preciso me esforçar tanto, ela senta, senta, senta e todas as vezes, faço um movimento pélvico para cima, para meter ainda mais fundo, quase rasgando Vânia no meio. Ela senta, senta, senta. Peço para que ela faça isso de costas, dai vejo aquela grande bunda deliciosa balangando na minha cara enquanto sua xota engole meu pau por completo. Arregaço aquela bunda e tasco meu dedo médio no seu cu, fazendo-a parar, gemer e agarrar meus joelhos, dai ela torna a movimentar-se e eu torno a fodê-la pelos dois buracos.

Consigo sentir seu calor interior, consigo senti-la como um vulcão em erupção, como algo prestes a explodir. Vânia continua sentando no meu pau, cada vez mais forte, cada vez mais intenso, me vem a vontade de gozar mas seguro, seguro como se agarrasse aos filhos querendo se jogar do penhasco. Seu cu pulsa, agora toda a volta está rubra, sinto o calor vindo do seu interior, ela senta, agarrando meus joelhos, esmaga o meu pau com sua xota, esmaga, esmaga, esmaga, esmaga, esmaga, esmaga, Enfio meu dedo praticamente até o punho encostar na divisa de uma nádega da outra, nunca houve ritmo mais frenético. Uma das formas de apaixonar uma mulher é fodendo o seu rabo com o dedo médio. Aquele buraquinho pulsante, aquelas bochechas de músculo e gordura engolfando meu pau, desaparecendo com o membro na primordial xota. Ela não aquenta mais, ela vai explodir, gozamos juntos um jorro de esperma puro e branco, gotejante. Ela se mantém sentada no meu pau. Consigo sentir meu próprio gozo escorrer por entre as bordas de sua boceta. Meu dedo médio fede como um diabo e o seu rabo deve estar doendo muito.

Deitamos.

Limpo o meu dedo no lado do colchão sem pensar que terei que limpá-lo depois. Vânia está agarrada comigo, pensativa. Ela não ficava em silêncio depois de uma foda, sempre gostava de rir e falar besteiras como se não fosse uma super gênio. Ela estava olhando para uma mancha de mofo no meu teto. Vânia diz que ali pode existir uma cultura completa de bactérias e fungos, quem sabe, uma civilização completa. Vânia me diz que não está pronta para partir, Vânia me diz que decidiu ficar. Eu fico em silêncio, tenho medo dela estar apaixonada. Tenho medo de precisar me responsabilizar desta loucura.

Adormecemos e quando eu acordo lá está ela, vestida, pronta para partir. Sento-me na cama um tanto grogue, um tanto de ressaca. Vejo que Vânia está com os olhos inchados, vejo que ela estava chorando. Ela se ajoelha na cama e me abraça, disse que fora ótimo me ver pela última vez, antes de ir embora de vez. Dissera que pensou em abandonar tudo e viver comigo, desistir da viagem, desistir de morar no exterior, porém eu, mesmo silente a persuadi. Ela viu o “eu te amo” escrito no banheiro e sacou que me amar era ridículo, eu seria tal qual a teoria de tudo, uma pesquisa infinita sobre coisas que não teria resposta. Ninguém conseguirá me amar, disse Vânia, pois eu afastarei a tudo e a todos. Ela disse isto sem raiva, sem ódio, sem rancor. Nunca existira um contrato social entre nós, se precisássemos falar algo, iríamos dizer em culpa, talvez faltou de minha parte dissuadi-la ainda lúcido, de desistir de tudo por mim. Vânia sempre foi sábia, sempre será sábia. Talvez eu tenha sido seu lampejo de ignorância. O “eu te amo” mostrará o quanto ela se tornou ridícula por causa de uma foda, uma vida de solidão e amar um cara que não sabe amar seria sofrer.

Pergunto se posso levá-la até o aeroporto, ela concorda com um sorriso.

 

 

 

Anúncios

Tenho uma lista de filmes para assistir e um tanto quanto de livros para ler. O tempo é tão escasso nestes anos tão estranhos. Escrevo buscando entender este mundo, tal qual um escritor de um manual de instruções. Pretendo um dia ter uma casa com uma janela para um cemitério. Uma boa maneira de pensar na vida e no futuro indubitável de cada um. Agora buscando uma resposta para o futuro em antigas mitologias perdidas. Também querendo ganhar um dinheiro extra, sou um ser humano como todos os outros, e ter uma independência mesmo que pequena, comprar quadrinhos entre tantas outras coisas. Espero que gostem dos meus textos loucos e das minhas estranhas visões do mundo. Blog pessoal: http://omiopepsicopata.blogspot.com.br/ Twitter - @rhuanroussseau

1 comentário em “(In)ternidade – 5 – A mulher mais sábia.

  1. Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes. Parabéns pelo seu blog

    Curtir

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: