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(In)ternidade – 8 – A dança das mulheres.

Estou sentado num gramado. O lugar era conhecido pelos acampamentos, porém uma vez por mês, normalmente nas noites de lua cheia, o lugar servia para outros tipos de coisa. Estou sentado, de pernas cruzadas, com a grama penicando minha bunda e minhas pernas. A calça Jeans faz um contorcionismo para aguentar minha falta de elasticidade. Ao longe, o brilho de uma fogueira ilumina as personagens daquele lugar. O cheiro de lenha queimando é, agrada muito, lembra quando eu era garoto, brincava fazendo fogueiras. Depois na adolescência, juntávamos dois ou três amigos nos campeonatos de quem bebia mais vinho. Bons tempos. Sinto a grama entre os dedos, uma sensação boa e delicada, como se estivesse esfregando pelos pubianos. Os pelos pubianos da terra. E o cheiro de grama recém molhada, misturada com o de lenha queimada, me animou muito. Dava alguns goles na garrafa de vinho, sentia o sabor daquela bebida industrializada rasgar-me norte a sul. Praticamente um suco de uva com querosene.

A noite estava bem agradável, a lua cheia aparecia no horizonte, na sua longa caminhada de um lado a outro, iluminando toda a escuridão. Tudo estava relativamente bem iluminado, poderia dizer pacífico? Não sei ao certo, tudo seria uma desproporcionada festa, tudo seria um motivo para sorrir, naquela noite, escura e obscura noite, lúgubre noite. A lua brilhava, fazia o seu papel, eu estava lá sentado, na distância, fazendo o meu papel, o meu ilustre papel de telespectador e narrador, onisciente que não sabe, onipotente que nada pode, onipresente que sempre tem a necessidade de partir. Ver o brilho da fogueira, o brilho da lua, e a escuridão daquela parte de mata, os mistérios que devem se esgueirar por aqueles troncos, que vivem por debaixo da lama, os mistérios e os medos, as pessoas que vieram até aqui para se enforcar nestes galhos grandes. A prova que a vida era desmedida, desprendida, que não havia uma preferência pura, nada mais, apenas éramos pontos insignificantes de luz, nada mais, nada menos.

E um ponto de luz orbitava outro ponto de luz, a diferença de todos nós para os outros pontos é que nos importamos com tais pontos. Lá, próximo da fogueira, lá estava Calíope. Vestia-se com um vestido branco semi-transparente e nada mais. Nem calcinha  nem sutiã, como uma virgem preparada para o sacrifício. Lá estava ela dançando, bebendo vinho com suas irmãs de sangue. Lá estava ela cantando um idioma desconhecido, circundando o deus-fogo, iluminando as faces, os sorrisos e os brilhantes olhos. Lá estava Calíope, numa distância de meio campo de futebol de mim, haviam outras mulheres, umas vinte, vinte duas. Eu sou o único homem entre todas aquelas damas e não me sinto num harém, me sinto numa república grega, ou numa ditadura romana.

Numa aldeia Celta.

Entre as Valkírias.

Não sei.

Quando cheguei junto à Calíope ainda entardecia, as mulheres juntavam toras grandes e grossas e faziam o quadrado da fogueira, que já estava a um metro e meio do chão. Mulheres de todos os jeitos: Gordas, magras, negras, brancas, ruivas, loiras, cabelos raspados, cabelos pintados, faladeiras, silenciosas. Serviam-se como um neo-panteão de deusas-fêmeas e eu seria o Orfeu abandonado. Me deram uma bermuda feita de algum material bio-degradável e uma camiseta costurada a mão, a que me parecia ser a líder delas, ou a Mãe, como é chamada, me dissera que ali, naquela noite, não seria permitida nenhum tipo de veste poluidora. Nada disse, apenas acatei, perguntei onde poderia me trocar, e a Mãe me dissera que ali mesmo, nenhuma delas tinha vergonha do corpo ou de ver outro corpo. Nenhuma delas teria medo ou receio e se eu  era o único homem a presenciar a condecoração do último sangue, eu deveria estar ali. Calíope me disse que em toda a história daquele grupo eu seria o primeiro homem a poder assistir aquela cerimonia. Respondi apenas com um legal. Como disseram para fazer, me despi ali mesmo. Camisa, calça, cuecas. Fiz uma trouxinha com as minhas roupas e as coloquei próximo a uma árvore. Era bom ficar nu ao ar livre, daí sabemos por que animais e loucos são tão felizes. Nenhuma delas olha para mim, não por pudor ou vergonha, não olha porque simplesmente estavam fazendo outras coisas. A nudez para mim ainda era algo muito infantilizada, aquilo de não ficar nua na frente da amiguinha e etc. Calíope é a única que me come com os olhos, não sei se ela fez de propósito mas ela me fala no ouvido que ficou com ciumes, meu pau se mexe e fico com receio de deixá-lo duro no meio daquelas damas. Como um fantasma a Mãe aparece atrás de mim sorrindo, dizendo que a ereção também é algo do homem, uma honra para uma mulher sentir-se desejada da mesma maneira que, quando elas sente tesão, é uma honra para o homem sentir-se desejado. Dou um sorriso sem graça, aquele discurso me brochou. A Mãe diz que era a hora de Calíope se vestir. Calíope se despe ali mesmo, seus pelos pubianos em crescimento, ela tinha recém raspado, mas já se via a listinha negra naquela boceta. Penso no discurso da Mãe para que meu pau continue murcho. Calíope veste o vestido cerimonial e as duas se afastam. A Mãe também era bem gostosa: ela parecia uma Viking. Tinha aquele corte de cabelo raspado do lado, com um grande laço que vai até o meio das costas, num loiro meio sujo, parecendo natural. Vestia uma túnica grossa cor de musgo, porém estava descalça, me intrigou saber que ela tinha seis dedos no pé direito. As duas se afastam e inicia-se o ritual.

Uma das garotas se aproxima, uma gordinha de sorriso bobo. Ela tinha um sotaque arrastado de algum país africano. Ela me dá uma garrafa de vinho barato e sorrindo volta para o grupo. Todas elas estão dançando e bebendo. Eu gostaria de estar ali no meio porém tinha medo da entidade delas me capar por causa disto. A Mãe era realmente a mais vistosa, ela regia o canto, num idioma estranho, de um jeito bizarro. Em alguns momentos eu pensei que todas elas estavam possuídas ou em transe, algo muito estranho de se ver, pensava nelas invocando algum deus fodido que sairia daquela fogueira e comeria meu cu, imaginava que tudo aquilo tinha sido uma armadilha de Calíope, e logo, todas elas colocariam cintaralho e comeriam meu cu. Imaginava que a Mãe era uma doida, me dera vinho batizado, eu desmaiaria e depois ela comeria meu cu. Tive medo, mas depois passou com um gole de vinho.

A garrafa já seca largada para o lado, as garotas dançavam e dançavam, a lua se arrastava pelo céu numa elipse. Eu estava sentado agarrado aos próprios joelhos, ventava e quela porra de roupa não ajudava a proteger nada, tirando da grama pinicando meu saco e o fato de eu ainda estar sóbrio. No fundo eu estava odiando aquilo, mas achava legal que Calíope tivesse me chamado. Pensei que se aquilo virasse uma religião famosa e eles comprassem seu próprio canal de televisão, eu ficaria conhecido como o primeiro homem a assistir a dança das mulheres na fogueira. Bem divertido.

Lembrei de Vânia, ela odiaria cada minuto daquilo, dei uma risada contida, Mãe parecia perceber tudo que acontecia em sua volta e isto era assustador. Vânia sempre fora muito cética e eu aprendi grande parte do meu ceticismo cm ela. Ela odiaria aquilo profundamente, criticaria e acharia uma merda pessoas do século XXI agindo com druidas de civilizações perdidas no tempo, provavelmente que me arrastaria dali para beber um trago e dar uma trepada. Sinto falta de Vânia e das conversas cientificas, eu estava ali no estremo oposto, manchando a sua memória com tais práticas religiosas. Meus pais sempre tentaram me levar para igrejas e templos, num medo concreto de alguma entidade fantasmagórica pronta para nos esmagar, eu nunca pensei nisto, achava as missas ótimas para dormir e os cultos ótimos para tirar sarros e procurar as meninas.

Num determinado momento elas param de cantar de maneira frenética, elas começam a caminhar pelo gramado, de mãos dadas, ainda cantando alto aquelas músicas no idioma estranho, ainda falando aquelas palavras incompreensíveis para mim. Eu me aproximo um pouco, num limite seguro. Vejo-as de mãos dadas, levantando e abaixando os braços, dizendo tais palavras estranhas. Mãe está segurando a mão de Calíope. Ela quebra o círculo, tirando Calíope da corrente. Todas parecem estar em transe, em outro lugar, em outro momento de suas vidas. Observo tudo atentamente com bastante curiosidade, algo estritamente novo para mim. Mãe traz Calíope para o lado da fogueira, vejo as labaredas iluminarem seu rosto. No chão, um pequeno estojo púrpura do tamanho de um antebraço. Mãe abre o estojo e vejo o luzir de uma adaga. A lâmina aparentemente muito bem afiada, toda ornada com pedras vermelhas assemelhando a rubis, O cabo dourado com uma empunhadura estilizada, um artigo realmente único, quase de colecionador. Calíope está estática, olhando para o vazio, com a boca semiaberta, parecendo um zumbi. Mãe começa a cantar novamente e as outras mulheres cantam junto, daí mãe começa a falar e começo a compreender, ela diz coisas como “Eis seu último ciclo, sua última lua, oh deusa-fogo, oh deusa do nascimento, oh \Brigid traga sua luz pelo corpo desta que, finalmente, chega até seu sol, sua luz, sua lua, oh Brigid, neste fluído quimico que verte e irriga as veias e artérias de sua filha a prosperidade, a fertilidade, a cura, a luz e o poder, nós dê sua energia através do sangue desta que doa seu corpo, seu espírito, sua mente e sua fome para todas nós, dê a juventude eterna para nós, suas filhas, para que possamos pisar nas areias do tempo para sempre, nós de a mente da senilidade, para que possamos enchergar além de todos os demais, com sapiência, com verdade nos olhos, saia Brigid, saia do corpo de sua filha e nos alimente” a Mãe corta as alças do vestido de Calíope fazendo-o deslizar até o chão como um pedaço leve de pano. O corpo branco de Calíope brilha pela luz do fogo e pela luz da lua, uma mistura de branco com amarelo e vermelho. Vejo tudo como um soldado de tocaia, inerte aquela loucura, interessado pela experiência. A Mãe fala mais algumas palavras dos quais não consigo ouvir e as outra fazem uma fila indiana. Mãe toca com o cabo da adaga na vagina de Calíope, a menina fica com uma semi-boca aberta e um filete de baba escorre pelo canto da boca indo até o seu pescoço. Os bicos dos seios de Calíope endurecem. Mãe faz um pequeno furo  com a ponta da adaga na parte superior dos mamilos de Calíope. Dois filetes de sangue escorrem pelos seios como dois rios vermelhos, finos e correntes. A primeira mulher se aproxima e mama no seio esquerdo de Calíope, como  um recém nascido, a Mãe afaga a cabeça da mulher como uma Mãe de verdade a menina torna a dançar em volta da fogueira, a a seguinte faz a mesma coisa, no outro seio, e assim suscetivamente, até todas terminarem. Por fim Mãe suga primeiro o seio direito e depois o seio esquerdo e tanto ela quanto Calíope tornam a dançar em volta da fogueira. Deveria ser bem tarde, alta hora da noite, a lua estava incrivelmente alinhada com a fogueira, como se fosse lua e sol, uma espécie de eclipse. Vânia não acreditaria em uma única palavra do que eu teria para dizer. Fico sentado na grama vendo as meninas dançarem e dançarem. Num determinado momento, todas, menos a Mãe, tiram sua roupas e dançam ao redor do fogo, dai tornam a repetir a música, com batuques, cantoria e instrumentos. Mãe traz colares e dá para cada uma das meninas. Dai ela se aproxima de mim, pede para que eu me dispa, eu fico assustado, não vi aquela mulher se aproximar tão rapidamente. Obedeço-a como obedeceria uma Mãe. Me incomoda meu pau balangante no meio de tantas xotas como aquelas, fico com receio de “paudurecer” e isso ser errado. Mãe põe um colar em mim e me diz que não existe mais homem e nem mulher, existe apenas a energia de Brigid entre nós e todos somo s luz.

Mãe me leva pela mão até a roda, sinto uma vontade louca de dançar e cantar. Vejo que todas beberam do mesmo vinho, Calíope se aproxima, minha vista está estranha, vejo Calíope colorida, como se fosse uma televisão fora do ar, depois iluminada pela fogueira, ela parece feliz, sorridente. Está linda. Vejo os dois pequenos cortes na parte superior dos seios, já cicatrizados. Eles estão pontudos e durinhos. Ela me puxa, começo a dançar, dançar, dançar, dançar, acompanho as músicas mesmo sem saber a letra, me sinto como se fosse explodir, sinto a grama sob meus pés, o cheiro do suor, da carne, o cheiro do fogo, o cheiro da lenha, vejo imagens da minha infância e adolescência, vejo o espelho, refletido, vejo  milhares de imagens coloridas, passando em uma velocidade muito frenética, escuto Mãe falando alguma coisa, sinto meu corpo estremecer, meu pau duro, meu coração palpitante, vejo Calíope, ela sorri, sorri, sorri. Mãe nos observa, tenho raiva dela, mas também tenho amor, tenho vontade de trepar com todas elas, a ruiva, a morena, a gordinha, a loirinha, a machudinha, a bobinha, a sabidinha. Tenho vontade de trepar com a Mãe, seus olhos fortes, azuis, aquele sexto dedo na minha boca. Mas não consigo, não esboço, como se meu corpo estivesse dançando sozinho, de maneira automática. Não consigo parar de dançar, não consigo me controlar mais, meu coração ulula alegria, eu sou pura alegria, sou como uma luz brilhante, forte, magnifica, sou o rei lagarto, o todo poderoso, o merda das galáxias, o fodão. Sinto-me feliz, como nunca senti. Vejo todas as mulheres do mundo, vejo todos, todo mundo. Poliana sorri para mim, ela estende mão e me dá um beijo, dai a cinto em cima de mim, como da primeira vez que fodemos, com da última vez que fodemos. Foder, foder, amar. O mundo precisaria parar, se acabasse ali, se eu morresse agora eu estaria feliz, completo, perfeito. Tudo estaria completo. Tudo estaria perfeito.  Sinto minhas pernas mole, sinto prazer, tesão, sinto como se fosse gozar. Minha vista está turva, quase como se estivesse muito bêbado, mas só foi um vinho, estou fraco assim? Não acredito. Tudo gira, mas não sinto vontade de vomitar, sinto como se estivesse cada vez melhor, sinto-me como se tivesse fodendo a boceta da Calíope, aquela boceta apertada, gostosa, deliciosa, vai, fode, fode Calíope, quero foder você toda, quero meter meu pau bem fundo, te fazer gozar. Eu ouvia seu gemidos, sentia seu toque, a fogueira arde nas minhas costas, sinto os olhos da Mãe em mim, escuto o dançar das outras garotas, a lua, o sol Brigid vejo os olhos da deusa na minha frente, Ela está de pernas abertas, me sorri de maneiras safada e aponta sua vagina, sua pele é vermelha como um sol, seu corpo é quente, como se eu estivesse fodendo um vulcão. Ela sorri, me diz algo que não entendo. Começo a fodê-la, meu deus estou fodendo um Deus antigo e sagrado, cheguei a um novo nível, fodo, fodo, ela geme, grita, grita, pede mais, puxa meus cabelos, arranha minhas costas, sinto suas unhas rasgar minha carne e o sangue brotar, sinto o calor da sua boceta, como se fosse derreter meu pau. A luz dos seus olhos ofusca meus olhos, sinto calor, como se eu tivesse fodendo a fogueira, escuto as outras mulheres gritando, cantando, rindo, falando. A única calada é a Mãe, escuto os gemidos, a deusa tem olhos laranjas, um sorriso forte, seios fantásticos, dos seus cabelos negros adornos feitos de ouro e outros petais preciosos. Sua boceta tinha pelos que pareciam grama bem cortada, me espetavam mas eram gostosos, eu entrava e saia entrava e saia cada vez mais rápido, cada vez mais forte, cada vez mais intenso, eu já teria gozado mas, por Jesus, era uma Deusa!!! Eu estava fodendo uma Deusa! Fiquei preocupado com Calíope, ela entenderia? Mas eu estava servindo à um Deus, que ironia, no fim das contas eu seria arrebatado por alguma religião, Vânia, perdão!

Fodo, fodo, fodo, fodo, fodo, os gemidos intensos, estou ficando cada vez mais tonto, mais forte, mais forte, fodo, fodo fodo. Tudo mais forte, mais quente, as outras mulheres também gritam, também gemem junto, vejo que elas se masturbam, estão em volta de nós se masturbando, a mãe também, vejo a mãe nua pela primeira vez, ela não tem um dos seios, apenas a grande cicatriz. Ela está deitada no chão, gemendo alto, todas num semi circulo, em volta da fogueira, e eu transando com Brigid, eu trepando, eu ia gozar, todos nós íamos gozar e todos gozamos, eu, A Deusa, as mulheres, todas. Minha vista fica turva, sinto falta de ar e desmaio olhando para os olhos faiscantes da Deusa Brigid.

O fogo já se extinguindo-se, apenas a coluna de fumaça que nos abraçava como uma bruma. Todas as outras mulheres, nuas, deitadas, dormindo na grama. O céu já estava azulado, pronto para amanhecer. Minha cabeça parecia ter sido pisoteada. Agarrada comigo Calíope. Sinto um calor na minha barriga, vejo todo o esperma que saía da sua Xota. Apenas escuto, sem notar se aproximar, a voz grave e rouca de Mãe, vestindo novamente a túnica, escondendo o seio removido, escuto a voz de Mãe dizendo: “pronto, agora já fora consumado”.

 

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Tenho uma lista de filmes para assistir e um tanto quanto de livros para ler. O tempo é tão escasso nestes anos tão estranhos. Escrevo buscando entender este mundo, tal qual um escritor de um manual de instruções. Pretendo um dia ter uma casa com uma janela para um cemitério. Uma boa maneira de pensar na vida e no futuro indubitável de cada um. Agora buscando uma resposta para o futuro em antigas mitologias perdidas. Também querendo ganhar um dinheiro extra, sou um ser humano como todos os outros, e ter uma independência mesmo que pequena, comprar quadrinhos entre tantas outras coisas. Espero que gostem dos meus textos loucos e das minhas estranhas visões do mundo. Blog pessoal: http://omiopepsicopata.blogspot.com.br/ Twitter - @rhuanroussseau

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