Textos

Para o meu desespero

Perco o meu rumo tão rápido que nem percebo.
Penso em você desde que abro meus olhos, algumas vezes até com eles fechados, sonhando ou acordado.
Para o meu desespero, eu fico cada vez menor toda vez que isso acontece.
Pois penso sobre como foi. Penso como é. Sim, como é!
Porque ainda tenho você no que sobrou do meu peito.

E para o meu desespero, penso como é a vida sem você. E morro um pouco mais a cada vez que penso a respeito.
E olha que eu penso, penso e penso, e em todas as vezes isso me parte ao meio.
Lembro que eu conhecia seu rosto de cor, mas hoje em dia tenho medo de esquece-lo.
Então em um piscar de olhos eu me lembro… ufa, mas para o meu desespero a saudades vem junto.

E para o meu desespero hoje somos um só.
Pois sem você aqui eu fico totalmente só.
Mas espero que para o meu desespero, talvez um dia, eu te entenda um pouco melhor.

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Sobre Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

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