Todos nós brindamos pela morte de um deus.
Um adjetivo comum, piegas, improvável
para um semelhante antiquado, involuído da cadeia alimentar.
Dos estômagos cheios aos estômagos vazios; quem sabe quanto
de vício existe na alma humana.
Se somos apenas um cérebro dentro de um crânio.
Se somos feitos semelhantes a alguém que não se importa
com o que pensamos.
De resto, estávamos na mesa de seres mais ferozes,
mas ninguém é capaz de derrotar os homens com suas armas.
Ninguém é capaz de destruir o semelhante
por uma opinião adversa.
Macacos. Saímos das cavernas.
Ma uma caverna não saiu de nós mesmos.
Nos alimentamos do corpo de um deus, nos fast-foods da vida.
Bebemos o néctar de um deus, e rezamos de joelhos, com estômagos famintos.
Óh, misericórdia, Óh, tenha piedade.
Me dê seu sorriso como moeda de troca, preciso comer mais de tua
tão saborosa carne.

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