Tudo que eu mais queria

Do fundo do meu coração

É ser como um rio

De águas plácidas e cristalinas

Mas sempre me vejo

Em algum momento

No meio de alguma correnteza

Que me revolve

Me sacode

Me tira do meu prumo

Não consigo me agarrar a nada

Nem sei se haverá escapatória

Antes da grande queda d’água

Não sei se nado contra o fluxo

Ou se me deixo levar simplesmente

O que sei é que não parece acabar

Nunca

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