Aos otários

Conheci e conheço pessoas que como poucos, são pessoas que nunca fizeram e nunca fariam mal a ninguém.

E são pessoas assim, que de muito lutar e se fuder na vida… as vi endurecer.

Você que amadureceu com os danos e não com os anos, eu sei que lutou, amou, viveu, discutiu, ganhou, perdeu, chorou, zoou, foi zoado, estudou, trabalhou, ajudou, foi ajudado, lutou, lutou e lutou de novo.

Vejo cada vez mais pessoas incapazes de manter um relacionamento seja ele de qual tipo for.

já ouvi alguém dizer;

“Eu não sei nem manter um relacionamento direito de filho com a minha mãe”.

E ouvi mais uma história de merda, ocorrida com uma mulher maravilhosa, uma amiga que se tornou muito importante para mim, acredito que um laço que vai durar até o fim da vida, tenho poucos amigos assim, que são na verdade uma família para mim.

Aos otários que não sabem manter um amigo, uma pessoa que o ama de verdade, deixo este texto e este recado.

Se alguém que você goste só consegue assumir seu desejo, amizade, relacionamento quando os amiguinhos aprovam, avise-o que precisa voltar dez casas no jogo da vida.

Pois se a pessoa tem vergonha de você e só aceita encontrar escondido, só flerta quando quer, só te trata bem e fala coisas lindas antes de gozar e depois, você é o resto e só joga umas migalhas pra manutenção, a não ser que isso seja exatamente o que você quer dessa pessoa também, vá embora, essa pessoa só quer te usar… e vaze logo.

A carência é perigosa e não nascemos pra ser nem acessório, nem brinquedo de ninguém.

Já passei por isso, muitas pessoas  já passaram e nunca, nunca acabou bem.

A corda tende a quebrar para o lado mais fraco, então durma bem e prefiram a cama inteira para você, em vez de uma pessoa vazia dessas ocupando esse espaço na sua vida.

Agora, aqui para nós…sua missão de espalhar amor e sorrisos foi completa de maneira impecável?

Não ? então não se deixe endurecer… pois nós que ficamos incompletos sem você no mundo.

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Autor: Thiago D.

Minha maior arte é a forma que eu vejo o mundo e as coisas que acontecem ao meu redor, tenho uma empatia muito grande, entendo como as coisas estão acontecendo ou devem acontecer e isso ajuda na minha percepção para fazer sistemas, estruturar raciocínios lógicos e a construir textos, contos e afins. Busco colocar em palavras os mais diversos sentimentos e sensações, o que escrevo não é autobiográfico, eu chamo de usar a vida como matéria prima. Meu jeito de escrever é esse, e se me perguntarem isso é ficção? Ou não é ficção? – Está no papel(no caso, tá no blog), aconteceu ou não, é ficção.

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