Ela rodopiou sua calcinha branca no indicador e me esperava no quarto. Sua mãe ainda estava em casa, mas se aprontava para ir à igreja. Sinto uma ereção, eu estava na sala de estar. O sonho do jovem rapaz de perder a virgindade. Depois de anos de experiência você nota que este anseio é meramente bobo, coisa pequena talvez.

A mãe demorava para sair. Estava esperando a carona. Tememos desta carona nunca chegar. Nossa ansiedade talvez aparecia por demais em nossos rostos. Dois adolescentes com uma tarde solitária só para eles. Em quantos níveis de irresponsabilidade adulta isto chegaria a ter? No mais, tudo o que eu mais queria era que aquela mulher fosse embora para que eu pudesse, enfim, aproveitar longos e belos momentos nos braços e no interior de sua filha.

Talvez pela pura experiência de vida, sua mãe conseguia notar nossa ansiedade, não sei. Ao se despedir ela disse: “não vão fazer nada que você venham a se arrepender hein!”

Não sei para quem foi a indireta, mas dez minutos depois eu estava fazendo oral naquela delicada menina.

Eu não sabia fazer as coisas direito, mas tudo é questão de experiência.

– Põe a camisinha – ela disse.

De boa, da primeira vez eu achei o sexo uma merda.