Nas ruas sujas da cidade grande
Nas mãos sujas dos meninos de rua
Não importa por onde ande
Nem quantos buracos você pula

Nos ônibus que pegamos
Em pé indo e voltando
Um pai-nosso rezado quando chegamos
Um café rápido e se despedir, saindo

A carne que dói em torno de mais um dia
Os problemas surgem sem pedir para entrar
O sol que se põe, à noite que tardia!

O trabalho massante por um pequeno salário
O suor do rosto que faz o pão de cada dia
O fim do dia, o fim do calvário