Nas tardes indistintas de minha vida
Você, uma delicada menina, em nossa juventude
Depois de tanto tempo, te ver agora crescida
Entre o completo caos e a serena plenitude

Gozar em sua carne me fez relembrar do tempo de criança
Quando brincávamos de marido e mulher de maneira tão infante
Nunca imaginaria que tanto eu quanto você entraríamos nesta dança
Nem que depois de tanto tempo eu e você estaríamos neste instante

Agora nua e mulher feita, deleito-me no seu sabor
Na minha escusa cama, quebrando o silêncio com seus gemidos
Sorris, pois apenas no seu casamento sentiu a primeira dor

Nesta garota do meu antes, não existe mais inocência
Agora em tua boceta a ponte entre o nós de antes e o nós de agora ruiu
Teu marido também fora meu conhecido de infância

Anúncios