The handmaid’s tale

A premissa da série vencedora do Emmy 2017 e do Globo de ouro 2018 é a seguinte:

Num futuro distópico, os Estados Unidos não se chamam mais Estados Unidos. Agora, o país é a República de Gilead, governada por um regime totalitário e teocrático em meio a uma guerra civil, no qual a religião domina tudo. Nesse novo sistema, as mulheres são propriedade do Estado, não têm direitos e são divididas em castas – mulheres férteis, raras nessa realidade, pertencem ao grupo das aias e têm apenas uma função: procriar para famílias de homens poderosos e suas esposas estéreis. O processo no qual as aias são estupradas pelos comandantes é chamado de “cerimônia”.

Elisabeth Moss no papel de June/Offred é absurdamente incrível.
A interpretação é impecável, a imersão na personagem é total, por vezes notamos que estamos apreensivo por tudo que está acontecendo a ela, por toda dor que ela passa, por todas as coisas que tem que aguentar nos seus dias como Offred, uma Aia.

O paralelo que a série faz com seu passado como June, onde ela tinha uma família, faz com que entendemos cada vez mais como June vêem sendo torturada psicologicamente, até fico pensando em como ela não ficou louca ainda.

Sem dúvidas alguma, é uma das melhores séries que já assisti na vida e digo mais; é uma série incrível que provavelmente você não está vendo e deveria dar uma atenção maior a ela.

 

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The Sinner

Gosto de miniseries, me encanto com tramas que não precisam de muitas e muitas temporadas, com episódios que não precisavam estar lá, só para estender e as produtoras ganharem dinheiro, acho isso ruim para quem cria e para quem assiste, quando esse tipo de coisa acontece com frequência, vemos por ai conteúdos sem muita relevância e ou que não deixam aquela sensação de quando você ver algo muito bom e pensa; Caralho preciso contar isso para meus amigos.

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E meus amigos, quando algumas pessoas me recomendaram The Sinner eu fiquei meio assim de assistir, mas decidi assistir e já logo no primeiro episódio Jessica Bie que interpreta Cora Tannetti, mostrou para o que veio e eu já fiquei totalmente intrigado com essa mulher, com que tipo de conteúdo estava assistindo e tive certeza que possivelmente terminaria me surpreendendo com um enredo excelente e que me prenderia episódio pós episódio. Talvez eu tenha criado expectativas demais, acho que criei mesmo, mas dessa vez as expectativas não barraram meus sorrisos, afim The Sinner com certeza é uma das melhores séries de 2017.

Não quero dar spoilers para que você que vai assistir se surpreenda, assim como aconteceu comigo, mas a sinopse é essa:

A investigação acerca de um crime precisa acabar quando se sabe qual foi o crime e quem foi o criminoso? Quando uma jovem mãe de família comete um crime nefasto em público e se vê incapaz de explicar o motivo que a levou aquele estado de fúria súbito, um investigador se torna cada vez mais obcecado em entender as profundezas da psique da mulher, desenterrando os momentos de violência que ela tenta manter no passado, longe dos olhos do mundo.

a89fa4_fc50ad3b20824340b24e93e68592aac6_mv2_d_3000_2002_s_2.jpgDeixo aqui como destaque, o grande Detective Harry Ambrose que é interpretado por Bill Pullman, que com certeza é um dos melhores personagem que já vi em minha vida. Essa série trabalha bem as decepções em sua vida, fazendo com que os dramas que o detective passa, faça que nós entendemos ele cada vez mais.
Eu gostaria que contassem mais sobre ele, sei que não vai acontecer. Mas como ele é um personagem muito foda, séria muito interessante.
Bom deixo aqui essa recomendação, assistam The Sinner.
Vale muito apena!

 

The Punisher – 1ª Season

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Desde a segunda temporada de Demolidor, Frank Castle se mostrou um personagem brutal e sem dúvidas alguma o Jon Bernthal encarnou o justiceiro.

Desde aquela época fiquei esperançoso por uma série solo do Punisher e, não sei dizer em palavras quão feliz eu fiquei quando soltaram a notícia de que a Netflix iria sim produzir a série solo do anti-heroí mais foda do universo marvel, e meus amigos, que obra prima foi essa primeira temporada.

já nos primeiros 4 minutos do primeiro episódio, já notamos o quão foda a série vai ser e para mim que estava com o Hype lá no alto, fiquei simplesmente maravilhado. Que episódio foda, que obra de arte e logo de início já aprendemos que ninguém existe de propósito, ninguém pertence a nenhum lugar e que todos vão morrer 

E o bom do punisher é que ele não fica com essa coisa de não pode mata, não pode bater, ele vai e faz o que tem que fazer e o Jon Bernthal está muito foda como Punisher, a história do Frank Castle é pesada demais e ele consegue transmitir isso, sem precisar falar nada, conseguimos sentir o peso que ele carrega nas costas, é animal a fotografia da série, como a câmera trabalha a favor e só de visualizar por aquelas lentes, vemos o quão sofrido está sendo ser Frank Castle.

Quando terminei de assistir uns três episódios, já deu para notar o amadurecimento real que a netflix em conjunto com a Marvel tiveram no desenvolvimento dessa série.

Sério, é algo simplesmente incrível.

Eu não conseguia parar de ver Punisher, em 3 episódios a série conseguiu ser melhor que Daredevil (que até então era minha série preferida da marvel), jessica jones, luke cage,  iron fist e defensores, tudo junto.

A história de Frank Castle é tão densa, tão real e palpável que você fica imersivo nela, a maneira como é trabalhado os traumas dele, dos fuzileiros, as cenas de flashback da guerra, o transtorno pós traumático de muitos personagens, as cenas de que Frank está com sua família e ela é subitamente tirada dele, assim mesmo: Sem ele poder fazer nada a respeito. A culpa que ele sente por eles terem morrido, meu é incrível como a série aborda todas essas situações de uma maneira tão real, as vezes com uma alivio cômico tão imperceptível que você continua sem fôlego, pensando sobre como o mundo pode ser tão hostil e violento.

E uma coisa que The Punisher não regula é violência, são cabeças decepadas, tiro de doze na cara, facada no pescoço, centenas de balas de revolver e metralhadoras fazem dos cenários banheiras de sangue, muito sangue, Frank é uma maquina de matar e é impressionante que mesmo ele estando ferido o filho da puta ainda consegue ser insano de continuar na luta.

Os dois últimos episódios dão agonia de olhar de tão densos.

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Mas a série investe pesado na construção da psique dos personagens. Principalmente a do Castle por uma repetição óbvia de elementos que o atormentam e, ainda debate a questão dos veteranos de guerra e os traumas que os acompanham.

É uma série muito pesada, tanto visualmente quanto psicologicamente. O sangue explode na tela à todo momento, assim como os dilemas dos principais personagens, se você tem estômago para ver brutalidade, eu recomendo muito, pois com certeza The Punisher já entrou para minha lista de melhores séries.

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Minha avaliação:

🌟🌟🌟🌟🌟

 

Trailer:

 

MINDHUNTER – 1ª Season

Como antecipamos os loucos quando não sabemos como loucos pensam?

David Fincher está de volta e dessa vez em uma série, uma surpresa magnifica para os fã do diretor que já fez clássicos no cinema, como o Clube da luta e Seven.

A história de mindhunter gira em torno de Holden Ford, interpretado por Jonathan Groff, Bill Tench que é interpretado por Holt McCallany e Wendy interpretada por Anna Torv.

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Ford e Tench são agentes especiais do FBI, mas não se enganem pensando que são os cara que vão dar tiro ou toda aquela ação de filmes de gênero, em mindhunter o lance é o estudo comportamental de pessoas que cometeram crimes hediondos, crimes honrosos, eles estão começando um estudo para entender a mente, o comportamento desses homens que são desmedidamente violentos e perigosos.

Eles conhecem a estudiosa Wendy, que tem um amplo estudo sobre comportamento de criminosos e ela se junta a eles, formando a equipe de estudo comportamental do FBI.

Assim começam à descobrir mais a fundo que tudo tem um motivo e que na maioria das vezes esse motivo é  por conta da criação que tiveram, ou de uma decepção amorosa, algum sério problema de trabalho ou qualquer razão mais palpável. Ninguém matava apenas por matar.

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Os traumas e os gatilhos para os assassinos cometerem tais atrocidades chocam muitas vezes e, todos episódios tem muitas referências psicológicas ao decorrer da série, todo o clima de suspense sob o olhar dos agentes e, principalmente de Holden Ford faz com que você fique imersivo na série, a trilha sonora, a fotografia, sinceramente é espetacular.

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Preciso falar também de Ed Kemper interpretado por Cameron Britton, que sem dúvidas é uma das melhores interpretações da série, o gigante assassino é deliberadamente inteligente e consciente de seus atos, como Wendy conclui ele é o criminoso organizado, ele estudou e treinou antes de cometer suas atrocidades e quando ele conversa pela primeira vez com o agente Ford, meu que episódio esplendido, é um suspense tremendo.

Gostei muito dos diálogos da série também, uns dos melhores é com o Jerry Brudos que é interpretado por Happy Anderson, onde Bill Tench o provoca dizendo um apelido que a esposa dele o chamava. Ele pira e quer sair da entrevista, mas Ford tem um presente a ele, um sapato de mulher, que faz o assassino voltar e o mesmo até se masturba, é pesado, mas é um dos gatilhos para esse psicopata.

O final dessa primeira temporada é demais, Ford é um rapaz completamente interessado em entender melhor a mente dos criminosos e se mostra absolutamente disponível à fazer o que for necessário para atingir sua meta, mesmo que isso implique tentar se parecer a eles no linguajar das entrevistas e, mesmo que isso provoque na perda de respeito de seus colegas de trabalho.

 

Stranger Thing, 2 Temporada – Crítica

Os irmãos Duffer tiveram o maior desafio de sua carreira até agora, responder questões abertas, iniciar novas tramas e saciar a necessidade nostálgica dos amantes de Stranger Things.

Depois da repercussão gigantesca da série no ano passado, era notável que uma pressão gigantesca estava sobre os criadores da série. O segundo ano deveria ter os mesmos detalhes que deixaram os espectadores grudados na frente da tv, e ainda os saciar com novas tramas. Depois de 9h maratonando a segunda temporada, a conclusão que cheguei é que eles conseguiram levar a série para um novo patamar.

Diferente do ano anterior em que a maioria das cenas eram construídas em grupo, ou seja, todos os personagens estavam sempre interagindo e na maior parte do tempo todos tinham o mesmo nível de conhecimento, no novo ano temos subtramas bem desenvolvidas, que levam cada personagem em uma jornada de descobertas.

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(Foto: Reprodução)

O Roteiro é extremamente rápido, as cenas são bem construídas, as subtramas apresentadas, tudo é introduzido rapidamente, entretanto, os diretores deixam tempo para esmiuçar as características de cada personagem, e as mudanças que os norteiam.

É notável que os diretores têm um certo senso de urgência em transmitir para o telespectador que as crianças estão crescendo, que a adolescência está chegando, e principalmente, que elas evoluíram no espaço de um ano, e essas demonstração está expressa em trechos de diálogos logo no início do primeiro episódio. Dustin (Gaten Matarazzo) xingando em diversos momentos, Mike (Finn Wolfhard) com problemas na escola, Lucas (Caleb Mclaughlin) tentando conquistar a garota nova da cidade, e finalmente Eleven ( Millie Bobby Brown) enfrentando um pseudo relacionamento paterno com o xerife (David Harbour), todos estão mudando, e principalmente, descobrindo detalhes de sua personalidade ainda desconhecidos.

A estrutura narrativa funciona como um filme de 9h, muitas vezes você tem a sensação de estar em um cinema assistindo a um grande filme com pausas para o comercial, e a estratégia funciona com maestria. Nos três primeiros episódios temos a introdução do novo vilão e esclarecimento sobre questões deixadas em aberto, no segundo ato temos a inserção da problemática, e suas consequências na história, e no terceiro e último ato, temos a clássica virada, a resolução dos problemas, e obviamente o gancho para o próximo ano.

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(Foto: Reprodução)

Por optar por separar os personagens e introduzi-los em subtramas paralelas, os diretores conseguiram expandir o universo e deixá-lo mais rico, e consequentemente deixar os personagens coadjuvante mais interessantes. Nancy (Natalia Dyer) em sua jornada de justiça por Barbara (Shannon Purser) ganha personalidade e complexidade.

A atuação como um todo da série é excelente, cada ator entrega uma atuação exímia, e a sinergia em cena de cada um deles é praticamente palpável. Se no primeiro ano Millie foi a grande revelação com sua personagem, a nova temporada tem como destaque Noah Schnapp, o interprete do Will, tem uma atuação primorosa, transitando facilmente entre o garoto em busca de independência, e principalmente, superar o que aconteceu no mundo invertido, e o drama de ainda ver e sentir o que está acontecendo no outro mundo.

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(Foto: Reprodução)

A fotografia é de uma sensibilidade que raramente é vista em séries, nos momentos de tensão a câmera opta por pegar detalhes que o espectador não espera, como a nuca de Will, e a maneira como seus músculos se enrijecem quando está com medo. As cenas a noite são bem iluminadas, é interessante até notar como a direção de fotografia insere elementos como a neblina para dar contraste e facilitar a interpretação do espectador nas cenas que estão acontecendo.

Com o sucesso vem o dinheiro, e isso é visível na construção de mundo. O CGI é bem construído, desde os cenários assustadores do mundo invertido, até os monstros, é notável a evolução. Tudo tem mais textura e mais fluidez.

Strange Things é sem sombra de dúvidas uma das maiores apostas da Netflix, e uma bem assertiva, não só pelo sucesso comercial, mas pela exímia construção narrativa e de universo.

🌟🌟🌟🌟🌟

 

 

Bates Motel – 5ª Season

Preciso falar que até a terceira temporada, eu assistia a série arrastado era boa e ruim, nada demais para mim.

Mas aí assisti a quarta, um episodio seguido do outro, não conseguia parar, a trama estava alucinante e o norman estava dando as caras de verdade como o psicótico que é.

No final da quarta temporada quando norman mata sua mãe e, acredita que ela cometeu suicidio é uma das cenas mais triste e reais que já vi em uma série ou filme.

o Ator Freddie Highmore tem uma atuação tremenda, surreal, acreditamos certamente que ele é uma pessoa com problemas mentais. E vemos esse crescimento exponencial de seus apagões no decorrer das temporadas.

A quinta e última temporada, onde teremos o desfecho de bates motel foi surpreendente, trouxe o ápice do psicótico Norman, e a ideia dele tomar completamente a forma e a personalidade completa da mãe dele foi sensacional, mas uma vez deixo o mérito por representar e atuar tão bem ao Freddie Highmore, que de fato fez uma atuação para aplaudir de pé, deixando tudo tão real.

Spoiler Alert

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Eu particularmente gostei muito do desfecho, achei triste seu irmão dylan ter de matar o norman, mas a série caminhou para isso, deixando claramente nítido que essa séria a única maneira, pois o norman estava muito doente já.

🌟🌟🌟🌟– Boa

 

Rick and Morty, 3º Temporada – Crítica

Rick and Morty nunca prometeu ser uma série comum com piadas leves e dramas rasos, muito pelo contrário, cada episódio é construído sobre piadas niilista, uma visão negativa/pessimista e críticas sutil ou não sobre a sociedade moderna.  No novo ano esses elementos foram mantidos, com um acréscimo de subtramas complexas para os personagens antes pouco explorados.

A terceira temporada é sem sombra de dúvidas uma das melhores e mais engenhosas, e o ponto que leva a tal colocação é simples, não existe somente Rick e Morty no roteiro. Cada personagem ganha um momento e muitos até um episódio para chamar de seu, e é nesses trechos que temos a percepção do todo, que ninguém é realmente quem diz ser, todos tem um passado que precisa ser questionado, pois são flash desses momentos que constroem a personalidade.

A série inicia sua terceira temporada com a laboriosa missão de construir uma narrativa contundente e esclarecedora o bastante para resolver o gancho deixado no ano anterior e introduzir novos mistérios a trama.  Logo nos primeiros minutos do episódio somos contextualizados sobre as consequências que as ações supostamente altruístas de Rick trouxeram para ele, e o principal, um trecho do passado do personagem é apresentado, levando a um esclarecimento maior sobre como a dinâmica entre os Rick’s funciona.

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(Foto: Reprodução –  The Rickshank Rickdemption).

A sinergia entre os elementos narrativos ganha peso. A relação entre a família é destacada e finalmente pudemos ver Beth brilhar, mostrando que não é a clássica filha abandonada que sofre constantemente pelo pai e aceita o relacionamento muitas vezes abusivo como normal, mas uma personagem complexa, construída em cima de uma dualidade gigantesca que a faz questionar se ser uma mãe é realmente o ponto alto de sua vida.

Relacionamentos já desgastados sofrem mais abalos e pudemos ver o submisso Morty se revoltar e questionar decisões tomadas pelo egocêntrico Rick. A jornada de aperfeiçoamento e crescimento psicológico do personagem é impecável, e evidencia que por maior ou mais genial que o opressor possa ser, a inversão é possível.

O plano de fundo da série é bem construído e questionamentos levantados na primeira temporada sobre o Evil Morty ganham peso e um desenvolvimento surpreendente, e abrem espaço para que novos elementos sejam inseridos na história.

 

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(Foto: Reprodução –  Ricklantis Mixup).

No sétimo episódio, The Ricklantis Mixup temos a cidadela dos Rick em processo de reconstrução e em meio a esse caos acompanhamos a eleição para novo presidente e surpreendendo a todos, um Morty concorre ao cargo. No mesmo episódio temos a percepção de que em uma sociedade em que todos são excentricamente geniais, tudo é convertido em normalidade, e muitos Rick’s acatam ordens e são subjugados a trabalhos que exigem pouco do seu intelecto, tornando suas vidas um grande desperdício de genialidade e fôlego (conseguiu se identificar).

Visualmente a série pouco evoluiu, continuou a fazer o belo trabalho de animação e construção de mundo, sem dispor de momentos visuais que mereçam destaques.

A drama não linear também brilha com episódios cheio de referências que passam por Stephen King, Mc Donalds, Mad Max e muito mais, deixando a série rica e criando um vinculo com os amantes de referencias a cultura pop.

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(Foto: Reprodução – Rickmancing the Stone).

O terceiro ano é um prato cheio para os fãs que adoram levantar teorias e discussões sobre as decisões que os criadores pretendem tomar, afinal, vários episódios deram espaço para que subtramas ainda mais complexas sejam assimiladas pelo roteiro, e o principal, cada personagem agora tem fôlego para viver seu próprio arco narrativo.

Rick and Morty continua sendo uma das séries mais surpreendentes do adult swin, e vale a pena ser vislumbrada e discutida em uma roda de amigos que adoram uma boa teoria.

🌟🌟🌟🌟🌟 – Excelente