O efeito da música

Cara eu amo música, e acredito que a maioria dos leitores do nosso blog também, e esse fim de semana estava assistindo ao festival João Rock 2018 que vem crescendo com o passar do tempo, mesmo sendo no interior de São Paulo recebe diversas pessoas de outras cidades, massa né?

É bom ver que o público para esse estilo musical vem aumentando e tal, mas eu quero enfocar o quão importante é participar desse tipo de evento, além de sentir a música, que é uma puta experiência por ser ao vivo, você vê protestos pacíficos no decorrer dos shows, tanto puxado pelo público quanto pelos próprios artistas.

E no momento atual que estamos no nosso país isso é muito foda, esclarecedor mesmo, sacas? As pessoas pedindo conscientização. Devemos rever o passado para construir um futuro melhor, um país melhor, e isso meus amigos só depende de cada um de nós!

E o que mais me atrai nisso tudo é o quanto a música é e sempre será abrangente, sendo que suas vertentes poderá atingir diversos temas de nossas vidas, fará sentido a algumas coisas que não tinhamos nos deparado, músicas é vida! 💙🤘🎵🎶🎼

Escute mais, viva-a mais, sinta-a, crie sua própria trilha sonora, pois seu efeito vai do arrepio na pele aos sentimentos desencadeantes que elas nos traz.

Base de pesquisa: http://musicaplena.com/a-influencia-musical-2/
Imagem:https://m.facebook.com/festivaljoaorock/photos/a.183478361700898.45622.121016191280449/1714966791885373/?type=3&source=54&ref=page_internal
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Lollapalooza 2018 – Sábado

A maioria dos nossos dias são iguais.

Desde nossa rotina até os nossos ideais!

Em algumas noites frias ficamos embriagados demais, mas todas as outras que são quentes também são iguais.

E na verdade só queremos fazer do nosso dia menos angustiante e, no final de cada dose encontramos a nossa paz.

No meio disso tudo não sei dizer ao certo o quanto esperei por esse show. O quanto sonhei com o retorno dessa banda ao Brasil.

Também não sei nem dizer o quanto eu ouvi suas músicas lembrando dos shows anteriores que fui, ou quantas vezes me peguei me imaginando estar em um show deles novamente.

Mas o que realmente sei, é o que senti e vivi nesse show, o quão largo era o meu sorriso, o quão arrepiado fiquei em diversas músicas, o quão emocionante foi e acima de tudo isso; o tanto de bem que me fez!

Então agora, só quero dizer que foi um show incrível.
E que essa banda é maravilhosa demais.
Que essa noite meus amigos, foi foda 😱

E ao Pearl Jam, o meu  obrigado, mas, muito obrigado mesmo por essa noite inesquecível ❤️

Muito obrigado por vocês existirem 🤘

 

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AUTÓDROMO DE INTERLAGOS FICOU PEQUENO PARA O PEARL JAM

Lollapalooza 2018 – Sexta

Dessa vez a lineup do lollapalooza tinha algumas bandas que queria ver além da headline, que olha, fizeram uns puta shows fodas.

Primeiro assisti a Rincon Sapiência no palco Budweiser, um rapper que vem mostrando que a nova geração tem um puta potencial. O show dele foi muito bom mesmo, muitas críticas sociais e sempre lembrando que a Marielle Franco estava presente.

Ele cantando Ostentação à Pobreza, em um festival como o lollapalooza, que o publico é cheio de pessoas classe media alta, boyzinhos e patricinhas, foi a coisa mais foda, só me incomodou um pouco eles cantarem o refrão;

já ouviu falar em pobreza?
Pobreza, ela não morreu
Pode pá, ela não morreu
Já ouviu falar em pobreza?
Pobreza, ela não morreu
Pode pá, ela não morreu

Com certeza a maioria ali não sabia o significado, mas o que realmente importa foi o Ricon trazer essa crítica.

Enfim, a segunda banda que vi no dia foi Volbeat no palco onix, conhecia ela um pouco e olha os caras são demais, arrebentaram, puta showzão sinistro ao vivo, vários bate cabeças e, eles tocaram muitos hits, sabiam como contagiar o público, depois deles fiquei pelo palco onix mesmo aguardando Royal Blood, banda que abre alguns shows do pearl jam, eles tem um som muito bom e fizeram um show muito animador, depois disso foi esperar o headline Red Hot Chili Peppers.

Tinha visto eles pela primeira vez ano passado no rock in rio, e esse ano não poderia perder a chance de vê-los perto de casa. Igualmente ao ano anterior o show começou com uma intro Jam, entre o baixista Flea e Klinghoffer guitarrista, para quem não conhece o termo, isso significa que ambos começaram tocar seus instrumentos no improviso, apenas mostrando suas técnicas e após isso começou de forma explosiva Can’t Stop.  🤘

Eles fizeram 1:45 hr de show, minha impressão foi de que foi mais longo que no ano passado, tocaram diversos hits e ainda poderiam ter continuado tocando pois ainda faltou músicas, com certeza fecharam a primeira noite do lola 2018 em grande estilo.

Sua única companhia

Às vezes assisto a bojack horseman e fico pensando em como nunca me senti tão representado quanto as escolhas que faço na minha vida.

Ou de como já tomei pedradas do Rick and Morty, mas de verdade, já perdi a conta de quantas vezes o dia terminou em Pearl Jam, álcool e solidão. Em como a letra de Black já me fez lembrar de pessoas, momentos e sensações incríveis e em quantas vezes eu já chorei à escutando, inclusive quando ouvi no estadio do Morumbi a ela ao vivo, com centenas de pessoas em uníssono recitando seus versos.

É incrível o poder das músicas, é incrível que uma letra afete tanto, tantas pessoas e, que as vezes aquilo que você escreveu ajude tanto alguém a ponto de no final do dia ser a sua única companhia.

Pois é meio que isso que a música, que o rock n’ roll representa para mim e, digo mais, nos piores e melhores momentos da minha vida foram elas que estavam lá comigo, as músicas, os riffs de guitarra, os pedais duplos, à explosão e toda aquela energia do rock n’ roll.

Quando eu quero extravasar ou quando quero me acalmar, com toda  aquela melodia grunge do Pearl Jam, Nivarna e ou Foo figthers.

Depende do dia, depende do humor, mas o rock n’ roll é o que está lá comigo independente do que for, letras, palavras, versos e guitarras em comunhão, todos sincronizados em um só refrão.

Hoje verei Pearl Jam pela terceira vez na minha vida e, sei que será incrível.

 

Foo Fighters

Nunca tinha ido em show do Foo Fighters e, apesar de ter ficado na pista em um local onde tinha um fã que não parava de gritar NIRVANA, o show foi maravilhoso.

Curti muito, realmente Dave Grohol sabe como agitar a galera.

Foram umas 2:30 de show, fizeram até cover do queen ❤

Uma verdadeira aula de rock n’ roll.

E apesar de ter sido numa terça-feira, onde me fodi depois para voltar pra casa e ficar igual um zumbi no dia seguinte no trabalho; valeu muito a pena!

Mas notei uma coisa durante o show, foi o primeiro que fui que fiquei triste, não sei o motivo ao certo, não sei o que aconteceu, mas durante o show chegou uma momento que queria de alguma maneira ir embora, queria sumir dali, mas eu estava gostando do show e fiquei até o final. Mas isso nunca tinha me acontecido em um show!

Será que uma das válvulas de escape está começando a falhar? PREOCUPANTE!

Tipo o que chorão disse naquela música senhor do tempo; Tenho habilidade de fazer historias tristes virarem melodias!

Show do Matanza

Já tive o privilegio de ver muitos shows de rock.

Lembro como se fosse hoje a primeira vez que fui a um, lá atrás em 2012 na hora que entrei no Kazebre, uma casa de shows na zona norte de São Paulo e, eu pensei;

CARALHOOO, é isso que eu quero para minha vida, é em locais como esse que eu quero me divertir.

Os primeiros bates cabeças, as primeiras rodas, a sensação de cantar em unisono com centenas de milhares de pessoas aquela letra que você passava o dia escutando.

Porra que sensação era aquela, que VIBE foda.

E fui em diversos shows lá, até que fecharam na época, depois reabriram, mas desde então, fui em diversos shows com meus amigos e sozinho também, desde internacionais à nacionais, já vi muitas bandas nacionais como Charlie Brown Jr, Detonautas, Plebe rude, Titãs, Pitty, CPM22, Capital Inicial, Raimundos, Velhas Virgens e O Rappa que não é rock, mas é tão bom quanto… Fora as bandas internacionais Metallica, Lamb of God, Pearl Jam, Gojira, Guns n’ Roses, Korn, Red Hot Chilli Pepers e alguns outros que verei e tenho vontade de ver,  mas sempre que posso vou em shows do matanza, pois é uma das minhas bandas preferidas.

E para quem não sabe “De Saco Cheio e Mau Humor” surgiu de uma música deles, que eu gosto muito e, então adaptei para o nome do blog, quem quiser ouvir e ler a letra dessa música aqui está: Saco Cheio e Mau-humor

Enfim, tenho diversas histórias graças a essa banda, primeiro porre, primeiro bate-cabeça, primeiro show… sabe, dizem por ai que a gente nunca esquece das primeiras vezes e acho que isso é verdade, pois voltei ano passado ao kazebre e foi nostálgico, era um show do O Rappa, outra banda que amo, e foi incrível, mas percebi como eu era um adolescente maluco, eu ia nos shows naquele lugar, quase todos finais de semana, e era mais ou menos umas quatro horas de distância da minha casa, eu fiquei simplesmente quebrado. Tô ficando velho, jovem realmente tem pique.

Green Day: Tour Revolution Radio

P-U-T-A-Q-U-E-P-A-R-I-U

Pronto soltei essas palavras que estava dando um nó na minha garganta, agora posso começar a escrever sobre como esse show foi foda, histórico e magnífico.

Passei boa parte da minha infância e adolescência ouvindo meus irmãos ouvindo Green day em casa, depois as músicas deles foram parar no meu mp3, depois no celular, smartphone e hoje tenho playlist no Spotify e eu sempre tive vontade de ver um show dos caras. Lembro que em 2010 um ano depois de uma curso, eles tocaram em São Paulo, meus amigos foram em peso, falaram como era foda para caralho, mas eu não pude ir por causa de dinheiro na época e fiquei na vontade por sete fucking anos, mais chegou o dia e, bicho; – QUE SHOW DO CARALHO!

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Eu fui com o hype lá no alto, mas Billie Joe e os caras não pouparam nada para deixar a experiência tão absurdamente foda como deveria ser.

O show durou umas 2:30h, foram 30 músicas e eu fiquei boa parte desse tempo nas rodas punk  de bate cabeça, que foram simplesmente animais, galera à energia daquilo era absurda. Fazia tanto tempo que não extravasava tanto que simplesmente esqueci do mundo. Ali era eu, Green Day e a roda punk, só.

Sometimes I wish someone out there will find me
‘Till then I walk alone

-Boulevard Of Broken Dreams

Agora estou todo dolorido, quebrado, tô ficando velho para à coisa, mas valeu a pena demais, ouvir e cantar junto com a galera em uníssono em Boulevard of Broken DreamsWelcome to ParadiseBasket CaseAmerican IdiotJesus of Suburbia e ver uma banda que te trás tanta nostalgia terminando o show com Good Riddance (Time of Your Life) foi uma coisa única, fantástica e inesquecível em minha vida.

Só faltou Wake Me Up When September Ends para ser perfeito.