Capítulo 1 – Como deveria ser.

A chuva bate no vidro dianteiro, fazendo barulho. Ela escuta sirenes cada vez mais próximas, a fumaça do seu cigarro sobe aos céus em pequenas baforadas.

O carro que está dirigindo vai de zero a noventa e seis quilômetros por hora em sete ponto três segundos, e nesse momento está a duzentos quilômetros por hora.

Tudo que ela vê está ali e logo some, desaparece da sua visão, está realmente rápido demais, como deveria ser em uma fuga.
No som do seu Impala 67 está tocando Should I stay or should I go do The Clash, no último volume e no banco de trás está Brian, estirado e sangrando.

– Bárbara acelera caralho, estou morrendo… meu deus eu fui atingido, estou morrendo porra. – Disse Brian entre berros.

Brian estava sangrando muito, o banco traseiro era uma banheira de horror, ele precisava estancar aquilo ou iria morrer antes de chegarem ao seu esconderijo, Bárbara não estava calma, como poderia? era adrenalina pura aquilo, ela precisava ser rápida, mas tinha polícia por todo lado, chuva forte e neblina na estrada que pegara, e seu parceiro não calava a porra da boca desde que fora atingido.

– Brian, você precisa se acalmar e estacar a porra desse sangramento, somos só eu e você agora…tivemos um puta azar, Gritou Bárbara enquanto abria a porta luvas e pegava uma garrafa de Whisky já no final.

– Mas agora você precisa se concentrar em ficar vivo e me ajudar a sair dessa, então cala a porra da boca e toma essa garrafa de Jack Daniels para ver se você para de ser mulherzinha.

Brian estava pálido como um fantasma, segurando a ferida com ambas as mãos a fim de estancar o sangue, o medo estava o consumindo, mas não adiantava ter medo e ele sabia disso, olhou para baixo e era sangue demais, arrancou a garrafa da mão de Bárbara e bebeu como se fosse água, o álcool descendo por sua garganta em gargalos, fazendo-o queimar por dentro e a sensação era de puro alivio, precisava se concentrar, precisava se acalmar, pensava em como foi azarado, mas ainda estava vivo, ainda respirava e agradecia por isso, já seus outros parceiros não tiveram a mesma sorte.

Os cabelos de Bárbara esvoaçavam ao vento, enquanto o motor V8 de seis litros e setecentas, rugia na estrada e mostrava toda a potência dos seus trezentos e oitenta cavalos, a cinco mil e oitocentas rotações por minuto. O carro era rápido o suficiente para deixar os policias comendo poeira, deixando-a sempre com uma vantagem de praticamente um minuto, mas eles não desistiam, estavam em seu encalço e bárbara precisava fazer algo para despistá-los.

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O poder da espada – Trilogia a primeira lei.

Era noite. estava em meu quarto e terminei mas um livro.

E pensei – CARALHO QUERO IR PARA ESSA EXPEDIÇÃO COM BAYZ – me vi imaginando como seria lutar ao lado de Logen nove dedos e a menina Ferro. Ou ver Bayz o primeiro dos magos careca e barbudo lutar contra o que é que virá para cima dele.

“O vento pareceu mais frio do que antes. Se Logen passasse a vida inteira sem ver
Bethod de novo, ainda acharia cedo demais para reencontrá-lo. No entanto, algumas
coisas precisam ser feitas. É melhor fazê-las do que viver com medo delas. Era o que
o pai de Logen teria dito”

Nesse primeiro livro tive vontade de está naquelas fogueiras que Logen fez no inicio do livro e está papeando com o ele, cachorrão, Rudd três arvores e poder xingar um bocado o barca negra, mas que filho da puta não ? que se emocionou com a morte do fraco, que era péssimo para brigas, mas tinha um puta coração enorme, que grupo hein… eles ficaram sem o seu líder o Nove sangrento (Logen) que estava em uma luta contra os shankas e porra ele caiu de um penhasco, com certeza estaria morto né ? mas não é esse o fim que o Logen, o nove sangrento teria.

O livro no começo é lento, mas da para perceber que nesse primeiro momento é mais para aprender sobre a politica da união, sobre o norte e como os personagem são e agem, mas nem por isso o livro é ruim, é bom demais.

– Lutei em três campanhas – começou. – Em sete batalhas difíceis. Em inúmeros
ataques rápidos, escaramuças e defesas desesperadas, e em ações sangrentas de todo
tipo. Lutei durante uma nevasca densa, no vento furioso, no meio da noite. Venho

lutando toda a minha vida, contra um inimigo ou outro, com um amigo ou outro.
Conheço pouca coisa além disso. Vi homens serem mortos por causa de uma
palavra, de um olhar, de absolutamente nada. Uma mulher tentou me esfaquear
uma vez por ter matado o marido dela e eu a joguei num poço. E isso nem de longe
é o pior. Para mim, a vida tinha tanto valor quanto a poeira. Menos até.
– Por dez vezes fui escolhido o campeão para duelar por meu exército e por dez

vezes venci, mas lutei no lado errado e por todos os motivos errados. Fui implacável,
brutal e covarde. Esfaqueei homens pelas costas, queimei-os, afoguei-os, esmagueios
com pedras, matei-os enquanto dormiam, quando estavam desarmados ou
fugindo. Eu mesmo fugi mais de uma vez. Já me mijei de medo. Implorei pela vida.
Fui ferido muitas vezes, ferimentos graves, e gritei e chorei feito um bebê que quer o
peito e a mãe não dá. Não tenho dúvida de que o mundo seria um lugar melhor se
eu tivesse sido morto há anos, mas não fui, e não sei por quê.
Ele olhou para as mãos, rosadas e limpas na pedra.
– Há poucos homens com mais sangue nas mãos do que eu. Nenhum, que eu
saiba. Sou chamado de Nove Sangrento por meus inimigos, e eles são muitos.
Sempre há mais inimigos e menos amigos. O sangue não traz nada além de mais
sangue. Agora ele me segue, sempre, como minha sombra. E como acontece com
minha sombra, nunca posso me livrar dele. Eu o ganhei. Mereci. Busquei-o. Esse é o
meu castigo.

– Logen

Gostei para caralho do inquisidor Glockta que era um espadachim foda, o melhor do próprio do rei, mas foi capturado e torturado na última guerra o que fez ele se tornar um homem aleijado que não serve nunca mais para carregar uma espada.

“Corações partidos se curam com o tempo, mas dentes quebrados, não.”
– Glockta

de modo geral é uma historia muito bem escrita e que tem personagem muito fodas, se você gosta de historia medievais no estilo game of thrones, acho que você pode adorar essa leitura.

“Quando chegar a hora, mandaremos três sinais, vocês terão notícias nossas.”
– Hansul Olho Branco

Disrupção, inovação e poder

Já estamos vivendo a disrupção, inovação e mudança de quase tudo que conhecemos e isso é só o começo dessa nova era, IOT(Internet das Coisas), já é uma realidade, que está ganhando força com dispositivos inteligentes, lâmpadas, cafeteiras, relógios, geladeiras, carros e assim vai até se tornar comum… e os modelos de negócio com base na economia compartilhada que foram extremamente disruptivos nós últimos anos e são líderes em seu mercado(Uber, Airbnb, Netflix e Spotify ), mudaram o mercado de atuação com inovação. mudaram a forma de como a sociedade se porta.

Com um olhar diferente de quem já estava atuando a anos no mercado e achou que assim devia permanecer, o poder hoje em dia não tem dono, hoje você pode ter a maior frota de carros do mundo sem ter comprado ao menos 1 carro ( uber ), pode ter a maior rede de hospedagem, e não ter comprado nenhum imóvel ( airbnb ).
A nova era está ai e você está nela e pode fazer/contribuir para um futuro melhor e inovador, use sua criatividade, observe com um olhar em busca de um oportunidade ou você pode apenas aguardar e ver outra pessoa fazer o que o futuro pode te oferecer, mas faça sua parte e se puder faça mais.

“Quando você cresce, você tende a acreditar que o mundo é o que é, que sua vida é apenas viver dentro desse mundo e tentar não esmurrar muito as paredes.
Mas essa é uma vida muito limitada, a vida pode ser muito mais.
Assim que você descobre um simples fato, esse fato é que tudo ao seu redor, que você chama de vida foi inventado por pessoas que não são mais inteligentes que você, e que você pode mudar, influenciar tudo, pode construir suas próprias coisas que os outros poderão usar.

É só esquecer essa ideia equivocada de que a vida está aí e que você só vai passar por ela em vez de agarrá-la, modificá-la, incrementá-la, deixar sua marca nela, quando aprender isso, você nunca mais será o mesmo!”

~ Steve Jobs

Mundo de dragões – Legado Ranger III

“Aquele era um dia para se fazer história. Dragões enfrentariam um robô gigante”.

Terminei mundo de dragões, terceiro e último livro do legado ranger e vivi ao lado de Derek, Amber, Ashanti, Romain, Daniel, Strinder, Adross e Mihos uma aventura incrível, brutal, misturando batalhas épicas, dragões, seres de outras dimensões, rangers, romance, dramas e uma doze certa de humor.

Isso mesmo que você leu, eu vivi.

A imaginação é surpreendente e eu mergulhei fundo nela.

Eu posso não ter sido a melhor, mas, nesse momento sou a sua única escolha ?disse Derek Faça o seu trabalho, me ajude a levar Mihos e a salvar minha dimensão… E então eu passo a fazer o seu trabalho.

nessas últimas 352 páginas eu vi:

Demônios tomarem os céus montados em dragões renascidos, homens serem tentados, a serpente subir do abismo e seres de sangue frio formarem aberrações.

Heróis nasceram e morreram no mesmo campo de batalha e o mundo viu o surgimento de novos reis.

Consegui perceber o amadurecimento dos personagens ao decorrer dos livros, como eles lidam com a morte de pessoas próximas, o conflito de aceitar serem os heróis que a Terra precisa, de se tornarem um grupo, uma família e sem mencionar aguentar tudo o que eles passaram até o final.

Era a primeira vez que as crias do Vespa Mandarina se revelavam para o mundo. (…) Não importava para onde todos corressem, elas estavam por toda parte, eram pelo menos duas centenas causando estragos aos milhares.

Eu cresci fazendo amigos em páginas de livros, e quem me conhece um pouco sabe o quanto gosto de escrever, tento fazer em meus textos o que essa saga fez comigo, transmitir as sensações do que está acontecendo na leitura, e sei como é difícil e desafiador.

Mas o Raphael Draccon, consegue de maneira tão fácil e nos prende do começo ao fim dessa saga, os três livros eu li com a mesma intensidade e consegui viver essa fantasia.

Essa com certeza já se tornou a minha trilogias favorita.

– Eu afirmo a vocês nesse momento, com toda a sinceridade: nunca trocaria o que nós conquistamos nessa jornada. E faria tudo de novo se fosse preciso. Eu reviveria tudo, se este fosse o preço a pagar ? o de morrer no dia de hoje para que qualquer uma de vocês possam viver.

Heróis, heroínas e idiotas até o fim?

– Até o fim. Mais do que nunca, até o fim.